sexta-feira, novembro 23, 2007

Universo Desenrolado

Todos nós, certamente, já nos extasiamos ao olhar para o mar ou ao contemplar uma paisagem grandiosa e o universo. Nessas alturas, os que crêem, são levados a pensar na grandiosidade de Deus e a louvá-lo. Quanto aos que não crêem, esses, olham para o universo e o vêem como fruto da tal "explosão", e por aqui se ficam.
Há dias, num canal de tv, estava a ver um documentário em que se discutia o assunto "onde se situará o Céu?"
Ouvi um teólogo (pobre teólogo) avançar com uma ideia peregrina: "O Céu bem poderá estar situado num sistema solar distante, para já desconhecido da humanidade".
Se eu pudesse falar com o tal "teólogo" lembrar-lhe-ia que Deus é maior do que o universo que criou. A Bíblia diz que os céus não O podem conter(I Reis,8:27). Isaías afirma mesmo que "Ele se assenta sobre a redondeza da terra, estende os céus como uma cortina e os desenrola como uma tenda..."(Is.40:22)
O Céu, enquanto lugar onde Deus habita, tem de ser numa outra dimensão.
Este universo, no qual habitamos agora e que consideramos grandioso, em nada se compara a grandiosidade de Deus e do, também chamado na Bíblia, Céu dos céus.

54 comentários:

Dário Cardina Codinha disse...

Não sabemos onde se situa o céu, se é que ele existe. Gosto de olhar para o Universo e reflectir sobre do que é feito, o que aconteceu, o que acontece e o que vai acontecer. Olhar de forma neutra, científica e física. Poderá ser num outro sistema solar ou num outro universo de um multiverso que habitamos. Uma outra dimensão não quer dizer fora do Universo. Aliás as dimensões só se situam dentro do Universo porque o que o define é o espaço e o tempo. Uma dimensão (que é espaço-tempo) só se pode situar num campo composto pelas mesmas propriedades e que a permitam existir.

Cumprimentos

José Carlos disse...

Claro que o Céu existe. Jesus disse ter vindo de lá, voltou para lá e ha-de vir de novo para nos levar para lá.
Quanto à questão da dimensão eu refiro-me a uma dimensão espiritual, fora da esfera material de que o nosso universo é composto.
Abraço

Dário Cardina Codinha disse...

Sim, é bonito dizer que sim a uma crença só porque sim. Eu acredito em cães azui do outro lado da lua. Existem porque acredito. Isso de terem de respirar oxigénio e não haver oxigénio na lua é só um pormenor. Enfim
Uma dimensão é uma dimensão, não existe outra definição da mesma.
Será que as 70 virgens de Maomé existem? os Islâmicos dizem que sim, mas será que existem só porque eles acreditam? Talvez fosse bom que existisse...

Cumprimentos

José Carlos disse...

Caro amigo, ao contrário do que sugere no seu texto, a fé não é, necessáriamente, "um salto no escuro" ou um "suicídio intelectual".
Eu não lhe disse que acredito porque sim. Disse-lhe que acredito porque Jesus, personalidade histórica, disse que o Céu existia.
Para mim Jesus merece-me toda a credibilidade. Um simples facto basta para que Ele seja credível: A sua ressurreição dos mortos. Se analisar bem a história vai descobrir que Jesus só pode mesmo ter ressuscitado dos mortos.
Abraço

Dário Cardina Codinha disse...

Então porque não acredita também em Maomé ou em Buda? Também fizeram milagres. Os islamicos referem 70 virgens, algum motivo há para tentar merecê-las... é porque é verdade.
Se vamos acreditar em todos os que fizeram milagres, que voaram, que ressuscitaram, etc. vamos ter um sem número de teorias do Céu, muitas chocam frontalmente na localização e na forma, e também no conteúdo

José Carlos disse...

Embora respeite todas as crenças devo aqui realçar que o cristianismo é uma crença exclusiva.
Jesus disse que quem não fosse por ele era contra ele; que quem com ele não ajuntasse, espalhava. Disse também ser O Caminho, A Verdade e A Vida. Disse ainda ser A luz do mundo, e que quem o seguisse não andaria em trevas...
Note, Dário, que Jesus não diz ser UM Caminho mas O Caminho(que pressupõe ser único)etc.
Lembro-lhe que nem Maomé nem Buda ressuscitaram dos mortos. Até nisso Jesus é exclusivo.
Abraço

Dário Cardina Codinha disse...

Todos são exclusivos em alguma coisa senão seriam cópias. Jesus não fez certas coisas que Maomé ou Buda fizeram. Obviamente que és a favor da tua crença e queres que ela seja melhor que as outras. Os meus cães azuis conseguem estar na lua sem respirar oxigénio, por isso são melhores que todos os outros. É como dizer "o meu pai é melhor que o teu" porquê? "Porque é meu".
A bíblia pode dizer uma coisa o o Al Corão outra e um sem numero de livros ainda outras mil coisas. Porque a Bíblia é a verdadera e a melhor do mundo? são livros sagrados, com o mesmo estatuto.
Fora do Universo nada existe, ou o nada existe

José Carlos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
José Carlos disse...

Começo pelo fim do teu comentário. O nada apenas existe na filosofia.
Mas, acredita, há diferenças abismais entre, por exemplo, os outros livros sagrados e a Bíblia.
É claro que para que um livro sagrado mereça respeito tem de se fazer respeitar.
A Bíblia tem sido o único livro a merecer ataques da pior espécie. Nunca vi ninguém tentar por em causa outros livros sagrados. Mas tenha visto várias tentativas, algumas delas muito bem orquestradas, para tentar que a Bíblia seja alvo do descrédito. Sem sucesso.
Ao longo da história a Bíblia tem mostrado que aquilo que diz é verdade.
Seria fastidioso estar agora aqui a enumerar as muitas profecias, realizadas, muitos séculos antes, que se cumpriram à letra.
Depois há milhões de pessoas em todo o mundo que poderiam falar das transformações (positivas) que experimentaram por causa da mensagem da Bíblia. (encontrará pessoas libertadas das drogas, do álcool, do materialismo desenfreado, etc.)
Mas, sabes Dário, o melhor seria leres a Bíblia para depois fazeres uma análise mais clarividente.
É que uma coisa é falar da Bíblia na base do que temos ouvido outros dizer, outra coisa é falarmos dela depois de a termos lido com olhos de ver.
Eu acredito na Bíblia e em Cristo, podes crer, após profunda análise.

José Carlos disse...

Continuação...
Quanto ao que Maomé e Buda fizeram em nada influenciou a história. Nós não temos, sequer, um antes de Maomé e depois de Maomé; um antes de Buda e depois de Buda. Porém temos antes de Cristo e depois de Cristo.
Quanto aos ensinos, por exemplo, de Maomé ou são inspirados em Cristo, ou são tenebrosos ou então "chover no molhado" nada acrescentando.
Buda, quando muito, ensinou-nos como ser obesos.
Espero ter posto a uivar os cães que pintaste de azul...

Dário Cardina Codinha disse...

Já reparaste que o calendário não é mundial. Há territórios onde não existe o A.C. e o D.C.. Crer em Buda não quer dizer que seja o mais certo, tal como em crer em qualquer outro deus. Posso crer num deus que faz tudo sem eu ter de pensar naquilo que existe, apenas dizer que é assim porque sim. Posso colocar na minha crença tudo o não-testável e todo o poder para não haver respostas contrárias. Posso inventar um milhão de pássaros a voar à volta da galáxia. Posso inventar cães azuis, embora a ciência os impeça, para mim eles existem pois invento impossibilidades tais como poderem respirar sem oxigénio, aguentares as temperaturas extremas e a desidratação expontânea.
O facto de crer impede-me de pensar com cabeça, tronco e membros no mundo à minha volta e no universo

José Carlos disse...

Essa de que o "crer me impede de pensar com cabeça, tronco e membros no mundo à volta e no universo" é de espantar...
Só pode ter origem em alguém a quem a Bíblia considera, MORTO EM TERMOS ESPIRITUAIS.
POdes argumentar cmo quiseres mas jámais provarás que a crença é inimiga do raciocínio.
Quanto ao pensar no mundo à minha volta, meu Deus, quem melhor o tem feito, ao longo dos tempos (apesar dos muitos excessos e erros) são aqueles que têm algum tipo de crença, com particular destaque para os cristãos.
Sabes, estive em Àfrica e acompanhei missionários a cuidar, por exemplo, de leprosos... Lembro-me de Madre Teresa...
A propósito, já leste alguma vez o SERMÃO DO MONTE?
Sabes o que Gandhi disse d'ele?

Dário Cardina Codinha disse...

Já li muitos livros, entre eles os teus. Se os cristão pensam com a cabeça não diziam disparates que já ouvi: "ouvi gritos no espaço"; "A luz já existia, depois deus colocou o sol nesse sítio", ou que "usamos 15% do cérebro". Estas e muitas outras teorias sem nexo para justificar uma crença. Lêm textos impossíveis mas, porque acreditam, modificam a ciência até ao imaginário só para a ciência justificar as escrituras.

José Carlos disse...

Os livros são importantes (eu gosto de ler) mas não te falei sobre leres livros. Falei-te em leres a Bíblia que é um conjunto, sobrenatural, de 66 livros. Falei-te também de leres o sermão do monte, proferido por Jesus e que, segundo Gandhi, bastaria para que ele acreditasse que o seu autor era digno de adoração.
Que lês livros já o tinha entendido. Alguns deles, seguramente, com maiores disparates do que aqueles que atribuis aos cristãos.
A Bíblia não é conta a ciência. É, isso sim, contra a falsa ciência.
Ela, podes crer, apesar de não ser um livro científico jamais temerá o juizo da ciência. Ao longo dos séculos já se ouviu muitos cientistas terem de pedir desculpas por afirmações que proferiram.(lembraste daquele que afirmou que no céu haveria cerca de 1027 estrelas?) A Bíblia nunca terá essa necessidade.
É, de facto, um conjunto de livros que merece ser lido mas, já vi, tu preferes os tais outros livros...
Já agora, sabias que muitos cientistas, quer no passado quer no presente, crêm em Deus?

Dário Cardina Codinha disse...

Sei perfeitamente que alguns cientistas criam em Deus na altura da perseguição religiosa. Galileu Galilei que era cristão ou era morto. Etc. Exactamente, a ciência pode cometer erros. E por admitirem tais erros podem evoluir no conhecimento e corrigir o erro, ao contrário da religião, que não admite estar errada. A bíblia também não está sempre certa. Vejamos, "O Sol parou...", ou que o morcego é um mamífero. Se na Bíblia estivesse 1+1=3 os cristão faziam uma guerra contra a ciência a dizer que a matemática estava errada... Não sabiam porquê, como ou o como chegar à sua solução correcta, mas estaria errada porque acreditam mais na Bíblia que na realidade científica.
Quem acredita que havia luz e deus colocou o Sol no local de onde saía a luz?
Quem acredita que se ouvem vozes no espaço?

José Carlos disse...

Há cientistas que estão à procura de vozes no espaço.(não faltam por esse mundo fora tentativos de registar comunicações de outros seres inteligentes. Pelos visto apenas respondem os micro ondas terrenos) Certamente que já leste sobre isso em alguns dos livros que costumas ler.
Eu não sou católico romano mas, apesar disso, devo realçar que o próprio papa já se retratou de alguns excessos cometidos por ordem do vaticano.(mesmo sobre Galileu)
A igreja luterana, na Alemanha, pediu perdão ao mundo por ter estado em silêncio quando o nazismo implementava o holocausto.
Não é verdade que os religiosos não admitam que erram.
Mas a Bíblia não erra. Os exemplos que uzas são(peço desculpa) patéticos. Qual é, para a ciência, o problema de um Deus criador ter iluminado o espaço antes de criar os astros?
Nunca vi passagem alguma em que a Bíblia chamasse a um morcego mamífero. Quanto ao sol ter parado, ainda hoje utilizamos expressões semelhantes: "o pôs do Sol" o "nascer do sol" quando sabemos que, em termos científicos, não é isso que se passa.
Quanto ao fenómeno narrado no livro de Josué, quer acredites quer não, a ciência já provou a falta de um dia na história do nosso planeta.
Mas isto levava-nos muito longe.
Abraço
P.S. Não me falaste sobre os cientistas que, hoje em dia, também crêem. Será com mêdo da inquisição?

Dário Cardina Codinha disse...

Em primeiro lugar, quando digo vozes não é comunicação de extra-terrestres. São sons no espaço, alguém que foi ao espaço e ouviu vozes. O outro absurdo de que falo é o exemplo de Deus ter criado uma luz e ter lá colocado o Sol, então porque existe sol e não apenas luz? Qual a lógica que tem haver uma luz onde não há nada para a formar? Enfim... Física. Há uma passagem que diz que o morcego é um mamífero (depois sou eu que não tenho o dito conhecimento).
Para umas coisas a bíblia tem uma resposta física, para ouras funciona como meras expressões erróneas. Que divertido...
Quanto ao fenómeno de Josué é, infelizmente para ti, uma mentira. Nunca existiu aquela pessoa na NASA, os ditos aparelhos não existem. O cálculo do tempo é impossível devido à relatividade restrita de Einstein. Desde o início que achava a história muito mal contada e fazia mil perguntas.
Comprimentos

José Carlos disse...

E eu tenho de acreditar que é como tu dizes? Como me provas que o cálculo do tempo é impossível?
E é, infelizmente para mim, uma mentira porquê? Achas que eu preciso de lançar mão de mentiras para defender a verdade?
Como estás enganado.
Lançar mão do embuste é apanágio dos que como tu pensam. Ou não te recordas dos dentes serrado na caveira de um macaco para que se pudesse concluir que era um intermediário entre o macaco e o homem... ou daquela gravura, que ilustrou vários livros escolares sobre a evolução para enganar as criancinhas, fazendo-lhes crer que um dos nossos antepassados, muito próximo, deveria ser assim quando afinal a imagem tinha sido imaginada a partir de um dente de uma raça de porcos extinta há muitos séculos...
Bem os exemplos poderiam ser multiplicados.
Eu acredito que nada de errado há, mesmo na física, quando a Bíblia diz que o sol parou.Podes dizer que eu não posso provar isso e eu digo-te que tu não podes provar o contrário.
Morcegos... conheço apenas duas passagens em que eles são referidos na Bíblia e nunca são considerados mamíferos. Dizes que uma passagem (qual?)fala disso, desconheço apesar de já ter lido a Bíblia (na integra)várias vezes.
Mas mesmo que dissesse isso qual a gravidade da situação? A Bíblia foi escrita por cerca de 40 autores diferentes, de vários extractos sociais, ao longo de 1.600 anos. Acreditamos que Deus "inspirou" a escrita desses autores apesar de respeitar a sua cultura e o contexto histórico em que escreveram.Bem vês, Deus estava mais interessado em escrever para pessoas simples ( e por isso numa linguagem popular) do que para pessoa que se julgam importantes. Tão importantes que, por isso, não podem aceitar as ideias simples.
Um sábio arquitecto criou tudo? balelas; "o tudo que estava prisioneiro no nada, explodiu vindo a dar origem ao universo como o conhecemos...
Inútil será eu dizer que, crer que do nada surgiu tudo, exige mais fé do que crer que Deus criou. As pessoas são muito importantes e por isso só crêem em coisas complicadas. As coisas simples são para o pobretas, para os diminuidos na inteligência.
Gente desta sempre houve. A Bíblia está cheia de histórias a propósito.
Que fazer? Temos que os suportar. Um dia eles vão compreender, só que talvez já seja demasiado tarde.

Dário Cardina Codinha disse...

Não me obrigues a explicar o porquê se ser impossível calcular o tempo perdido numa rotação e translacção... e não me obrigues a explicar porque não poderia parar a Terra (ou o Sol)... As fraudes que referes têm já alguns anos, li algumas num livro antigo do françes Monthy White... e também uma complilação secante nos livros vazios do Agostinho Soares dos Santos... livros plagiados uns dos outros.
Podia-te referir embustes criacionistas mas não o vou fazer... porquê? porque pessoas sérias andam atrás de embustes, tanto de um lado como do outro. Esses não contam, o que conta são as provas verdadeiras e o que se revela ser real... Física, matemática, biologia ligada à física e matemática... Enfim, por sorte, as minhas áreas

José Carlos disse...

Há um assunto que quero encerrar aqui. Não aceito que gente intelectualmente honesta (sobretudo gente que se preocupa em seguir a Verdade) busque embustes para defender ideias.
Eu busco (com intensidade) a verdade e é por isso que creio na mensagem da Bíblia. Tudo aquilo que ela tem predito tem acontecido e, estou seguro, vai acontecer.
Mesmo em alturas em que, no contexto histórico, tais previsões pareciam não fazer qualquer sentido, as previsões acabaram por ter cumnprimento total (poderia dar-te inúmeros exemplos)
Perante esta realidade, mesmo quando aparentemente algumas afirmações não parecem ajustar-se, eu desconfio mais da minha própria desconfiança do que da Bíblia.
Tenho bons motivos para pensar como penso.
O que me custa é ouvir quem de mim discorda, sobretudo quando sinto que ele discorda apenas por teimosia ou por complexo intelectual, dar a entender que ele é senhor da verdade porque acredita na ciência e esta, para o tal, é um deus infalível.
A ciência, em todas as suas vertentes, já provou ter vários calcanhares de Aquiles. Por isso, um pouco de humildade e disponibilidade para analisar tudo,seria com os caldos de galinha que nunca fizeram mal a ninguém.
Abraço

Dário Cardina Codinha disse...

Existem histórias bíblicas literalmente verdadeiras, foram confirmadas cientificamente, tal como as pragas do Egipto. Outrashistórias, impossíveis cientificamente, não serão literais mas sim metafóricas. O que quero que compreendas é que se as coisas forem possíveis e provadas é verdade, se não forem possíveis terão de ser feitas leituras diferentes.

José Carlos disse...

O problema está em provar que não são possíveis. A Bíblia diz que para Deus todas as coisas (positivas, entenda-se) são possíveis.O que possa parecer, impossível, à ciência não o é necessáriamente se Deus estiver envolvido. Por exemplo: Jesus andou sobre o mar, (eu acredito que literalmente) para a ciência (tendo em atenção a lei da gravidade) isso não é possível, mas foi. Jesus subiu ao céu, à vista dos seus mais de 500 discípulos, 40 dias após a sua ressurreição. Para a ciência isso é impossível mas eu acredito. Jesus ressuscitou mortos, curou leprosos e cegos, ressuscitou de entre os mortos. Para a ciência isso não é provável para mim é mais do que certo. Se não tivesse sido verdade os líderes religiosos de seus dias (que o abominavam) tudo teriam feito para provar o embuste. Mas, o que vemos? vemo-los a tentar explicar o sucedido e com explicações perfeitamente esfarrapadas.
Dário, acredita, é impossível não acreditar naquilo que a Bíblia diz, quando se sabe o que ela diz.
Abraço

Mário disse...

Boas,
Não me parece que o Zé Carlos ou a Bíblia precisem de ajuda, mas entendo que devo colocar umas achas neste debate.
Se considerarmos que cada vez mais temos demonstrado que todos os acontecimentos que a Bíblia enuncia, recuando até ao dilúvio, têm fundamento (arqueológico ou outro), a mesma Bíblia ganhou o mérito de ser uma autoridade incontornável no que se refere à sua autenticidade.
Nesta linha de raciocínio, mesmo alguns que não a aceitam como regra de vida estão confortáveis em recuar no tempo até aos factos relatados no capítulo seis do livro de Génesis (o primeiro livro da Bíblia).
Agora pergunto, se um documento (a Bíblia não é apenas um documento histórico mas…) se revela fidedigno em mais de 99% do seu conteúdo, não merece ao menos o benefício da dúvida quanto ao restante 1%?
Se assim for, temos um fundamento bem diferente para o começo de todo o universo e… nós próprios.
Vale a pena investigar!

JOINCANTO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
JOINCANTO disse...

Está interessante a conversa. Eheheheh. Gostava de mandar mais uma acha:

Se algum dia se conseguisse provar, medir ou constatar Deus pelo lado mensurável da ciência, seria um deus falso e a negação do Deus revelado nas Escrituras, porque Deus é infinitamente maior e superior a qualquer medida da ciência ou razão. A Bíblia nunca teve a pretensão de legitimar ou fundamentar Deus, ela parte do pressuposto que Ele é e sempre será. “No principio criou Deus os céus e a terra”. A Bíblia também não pretende ser um tratado científico, biológico ou mesmo filosófico ou moral. A Bíblia é a Palavra de Deus e um dos elementos que pode despertar a fé nos homens.

O factor “fé”, que não constitui algo de completamente irracional ou ilógico, é indispensável para se crer em Deus. Reduzir a discussão acerca de Deus apenas no plano científico, biológico, físico ou mesmo retórico é uma perda de tempo, porque a dimensão é essencialmente espiritual e transcendental.

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.” Hebreus 11:6


Abraços e cumprimentos a todos.

Dário Cardina Codinha disse...

Os milagres do êxodo estão explicados cientificamente. O andar por cima das águas tembém está. Como é que jesus desafiava uma lei universal que está em todo o lado? Não dá. Se o que está na bíblia é explcável está certo, se não é explicável, poderemos lá chegar, se é impossível, estará errado.
Se formos pelo "é impossível, mas Ele fez" então podemos acreditar em todos os mitos. O crer cegamente é um impedimento ao raciocínio crítico. Se eu pensar que tudo o que acontece foi Deus ou tudo é possível, para quê pensar nas coisas? vivo simplesmente... eu gosto de pensar e entender as coisas...o porquê, o como, o quando, etc.

José Carlos disse...

Se eu disser: "É (aos olhos da ciência) impossível mas Ele o fez" não estou a abrir a porta à admissão de todos os mitos, coisa nenhuma.
Ele, não é um mito e o que fez também não pode ser, doutra sorte a história da igreja cristã teria ficado restrita ao início do primeiro século.
O problema não está em pensar ou não pensar; em podermos recorrer ou não ao reciocínio crítico. O problema está em admitirmos que Deus existe.
Se Ele existe olharemos para o universo de uma meneira; se não (hipótese muito mais difícil de provar) então olharemos de outra.
Abraço

arrevezado disse...

Olha, o Dário também vê o Discovery!

Lembro-me desse programa em que falavam de uma erupção vulcânica que originou o aquecimento da água e a sobreprodução de uma alga que fazia os peixes sangrar e depois os peixes não comeram os sapos e os sapos multiplicaram-se e invadiram as zonas habitadas e depois os sapos também morreram por causa da desidratação e por isso apareceram as moscas que já não eram comidas pelos sapos e os insectos e os gafanhotos que têm uma toxina no cócó que só matou os filhos mais velhos porque só eles é que trabalhavam nas colheitas e depois ficou de noite por causa do fumo provocado pela erupção e houve ainda uma espécie de um tsunami que provocou a abertura do mar vermelho (mas o que é que isto tem a ver com as pragas do Egipto) que afinal não era o mar vermelho mas um charco no meio do deserto e bla, bla, bla, bla, bla.

Se consegues engolir isto és um homem de fé Dário, agora estica-te um bocadinho mais e tenta perceber porque é que esta sequência hilariante de desgraças aconteceu no timing exacto do profeta Moisés.

Dário Cardina Codinha disse...

"Se Ele existe olharemos para o universo de uma meneira; se não (hipótese muito mais difícil de provar) então olharemos de outra". se é mais difícil provar é porque a outra é mais fácil... então prova-me... mas, por favor, sê rigoroso e concreto em dados.

Acho extremamente divertida a falta de rigor o arrevezado. Se isto fosse uma prova de avaliação tinhas 0 pela falta de rigor, compreensão de uma matéria, zero na forma de passar informação e 100% em divertimento.
Disseste meia-duzia de barbaridades e falsa informação. Por não compreenderes ciência não quer dizer que andes a inventar coisas à maluca e a falar do ar.
Por falar em ridicularidades, passemos a mais estas: Sapos que comem peixes, lol; uma alga pôs os peixes a sangrar, lóle.
Enfim, frases desenfreadas de quem não vê nem quer ver as coisas com atenção. Deixando estas tolices de parte: esta sequência e parte dela já aconteceram em alguns locais do planeta. Chama-se a isto a experiência invocada, que faz parte do método científico para testar uma hipótese.

sara disse...

O que se chama a isto, no fundo, é uma incapacidade intelectual, por essa dita intelectualidade que está muito na moda, de aceitar que exista um Deus, Criador, acima de todas as coisas, por mais provas e EVIDÊNCIAS que possam existir.
Meu caro amigo, acha mesmo que se Jesus não tivesse caminhado sobre as águas, se não tivesse provado às pessoas do seu tempo que era Filho de Deus, os cristãos da Igreja do 1º Século teriam andado a suar as estopinhas, a ser perseguidos e torturados, por uma mentira?? Por uma coisa que não tinham visto, com os próprios olhos e, em certos casos, com o dedo lá dentro da ferida deixada pelos pregos da cruz?? Isto é história, inegável. Pense um bocadinho nisto, é o que lhe peço.

Você fala em fé como se fosse uma anedota. Pois acredite que, para mim, é preciso uma fé muito maior para acreditar nas coisas em que você acredita. Como na maravilhosa explosão do Tudo, que estava concentrado no Nada e que depois se espalhou no universo então formado num golpe de magia.
O meu conselho é que tente ultrapassar esta voracidade moderna de negar tudo o que não dá jeito. E depois olhar para as evidências como isso mesmo - evidências.

Dário Cardina Codinha disse...

Eu olho para as evidências como elas são, ao contrário, vocês olham como dá jeito; se dá jeito que a física exista, ela existe, se dá jeito que ela, naquele momento, não exista simplesmente deixa de existir e há um milagre. As coisas têm de ser provadas e testadas. Não é por estar num livro religioso que vou acreditar que as coisas acontecem. Muita coisa é metaforizada. Temos de acreditar em todas as religiões e mitos só porque os outros também acreditam nos mitos deles? Eu acredito em cães azui do outro lado da lua e em milhões de pássaros a voar do outro lado do Universo. A ciência diz-me que é impossível, mas existem porque eu quero que existam, mesmo contra as leis que imperam em todo o universo. Posso dizer que eles são poderosos e fazem magia de modo a que, por forças ocultas, apareçam garrafinhas de oxigénio para eles respirarem.
Os meus livros são testados e verificados, testáveis e verificáveis. A ciência fala por si. Se alguém provar que Jesus andou pelas águas duma maneira ou de outra, vou ter de acreditar. Acredito nas pragas porque alguém se esforçou para explicar de forma lógica, dedutiva e intuitiva uma sequência de acontecimentos num mundo físico e natural onde imperam leis físicas e naturais. Desse modo os factos acontecem com uma sequência lógica gerida por leis. Acontecimentos como esses foram testados e verificados, alguns (e é muito importante) por experiência invocada.
Agora, acreditar que um astronauta ouviu vozes no espaço só porque queremos que seja verdade; ou que falta um dia na Terra só porque há uma história sem qualquer veracidade, mas quero que seja verdade sem a questionar nem pensar se é algo ridículo é mau, muito mau. É não ter espírito crítico sobre o que ouvimos e dizemos. Eu muitas vezes ouço, leio ou vejo coisas novas, questiono e, por vezes, tenho de mudar. É o normal, questionar de forma crítica.

cumprimentos

José Carlos disse...

É isto. o Dário "faz papel químico" de outros comentários (os cães azuis, etc.) e pede-nos, a nós os que cremos, (e pelos visto isso para ele é um crime de assassínio ao intelecto) que provemos as nossas afirmações (baseadas nas afirmações da Bíblia) mas ele não dá um passo para provar a sua crença base: O tudo surgiu do nada.
Quanto às nossas provas elas estão aí. Até o céptico Voltaire dizia ser difícil acreditar que possa haver relógio sem relojoeiro.
Abre os teus olhos (eles próprios testemunho da necessidade de um criador) e contempla as maravilhas criadas. Se me puderes dizer que pode haver pintura sem a necessidade do pintor...
Abraço

Saudações para a Sara e para o arrevezado, para o Mário e para o Jo.

sara disse...

Olhe, eu nem sei que lhe diga, Dário! O seu discurso é tão "pescadinha de rabo na boca", que até fico desconcertada! É que o Dário escreve linhas e mais linhas a criticar a fé do que não vê o vento... e defende a crença na coisa mais desmentida, contrariada e obrigada a retratar-se ao longo dos tempos: a ciência. Pense nisto - enquanto a ciência é re-adaptada todos os dias, a Bília não mudou. Nem a fé dos homens nela.

Mário disse...

Caro Zé Carlos,
Se quiseres não precisas de afixar mais "posts" no teu blog. Ficamos por aqui!
Sem responder ou "afrontar" a alguém em particular :) não deixa de ser curioso de considerar que os milagres foram materializados por fenómenos de alguma forma naturais. Uma moeda na boca de um peixe que foi pescado para pagar os impostos, a rede cheia de peixes após Jesus ordenar o lança mento das redes, o lodo que cura um cego de nascença, etc.
De uma forma ingénua, pode ser considerado que os milagres tem uma explicação naturalista, não fora as questões do timing e propósito...
Ou então, com o nosso raciocínio "enviezado" (*) colocamos a hipótese de que Jesus Cristo tem poder sobre a natureza.
E é sempre por causa do Livro e do que nele vem narrado!

(*) é só para baralhar :)

Cumprimentos aos restantes "postadores"

Dário Cardina Codinha disse...

Os criacionistas atacam a credibilidade da ciência quando lançam dúvidas sobre os métodos científicos. Com isso, facilitam a distorção de descobertas científicas. Nenhum cientista disse que algo foi criado a partir do nada… nenhum disse tal coisa porque toda a gente conhece e aplica a lei de Lavoisier.
À medida que o tempo recua, o espaço encolhe, as galáxias aproximam-se mas o tamanho global permanece o mesmo, porque? Se o espaço é infinito e reduzirmos todas as distâncias o tamanho a metade continua a ser infinito.
A partir de uma erupção o espaço e o tempo emergiram. Contudo, se o universo é espacialmente infinito, havia já uma extensão espacial infinita no momento do big bang. Estas condições existiam por toda a parte e não num único ponto. A erupção do big bang ocorreu por toda a parte nesta extensão infinita. Após a explosão o espaço expandiu, mas o seu tamanho global não aumentou, uma vez que algo que já é infinito não pode ficar ainda maior. O que aumentou foram as separações entre objectos.
A 10-42 segundos após a explosão, crê-se que a temperatura foi cerca de 1032 Kelvin. Todos os campos oscilavam violentamente.
À medida que o universo arrefecia e expandia, a densidade de matéria e radiação caía. As ondulações aproximaram-se de 0 (em média)
Quando a temperatura baixou o suficiente, o campo de Higgs condensou num determinado valor não nulo através de todo o espaço. O universo estaria, então repleto de um campo de Higgs uniforme e não nulo.
Para forçar um campo de Higgs a ter valor zero teríamos de elevar a sua energia e a região do espaço não estaria tão vazia como poderia estar. Remover um campo de Higgs é equivalente a adicionar energia à região.
O campo de Higgs condensa num valor não nulo a mil biliões de graus (1015). É a temperatura para a qual se acredita que o universo tenha baixado um centésimo de bilionésimo (10-11) de segundo após o Big Bang, o campo de Higgs flutuavapara cima e para baixo, mas tinha um valor médio 0. Um oceano de Higgs não se podia formar a tais temperaturas porque estava demasiado quente. Não havi resistência ao movimento acelerado, todas as partículas tinham massa igual a zero.
Existe uma mudança de aparência e a transição de fase é acompanhada por uma redução de simetria. Várias espécies de partículas adquiriram massas não nulas. Após a condensação do campo de Higgs, as massas das partículas transmutaram-se em valores não nulos e perdeu-se a simetria entre as massas.
A simetria entre fotões, partículas W e Z verificava-se antes da formação do oceano de Higgs. Já que estas partículas transmitem as suas forças respectivas, a simetria entre elas significa que há simetria entre as forças. A temperaturas que vaporizam o vácuo cheio de Higgs de hoje, não há distinção entre a força nuclear fraca e a força electromagnética.
Aquilo que normalmente consideramos o espaço vazio – vácuo – desempenha um papel central em fazer que o mundo se pareça com aquilo que é. Só vaporizando o vácuo, elevando a temperatura o suficiente para que o campo de Higgs evapore – adquira um valor médio de zero -, se tornaria evidente a simetria total que serve de base às leis da natureza.
Através de colisões deveria ser possível extrair uma partícula de Higgs. Essa confirmação produziria indícios directos de uma era antiga, em que vários aspectos do universo de hoje que nos parecem diferentes eram parte de um todo simétrico.
Sem invocar o espiritual podemos aproximar-nos do pensamento de Henry More na nossa busca de compreensão do espaço e do tempo. Para More, o conceito de espaço vazio não fazia sentido porque o espaço estava sempre cheio de espírito divino. Para nós, o conceito usual de espaço vazio pode, de forma similar, ser uma ilusão, já que o espaço vazio a que somos capazes de aceder pode estar sempre cheio com um oceano de campo de Higgs.

José Carlos disse...

Dário não necessitas de me provar que "estás por dentro", que "dominas o assunto". A questão é se o que, intelectualmente vens "comendo" é o melhor que há para "comer".
Lembro-me da história daquele homem que num casamento,porque o almoço tardava e ele já estava cheio de fome, quando viu vir a canja de galinha empanturrou-se de canja e pão. Quando, após a canja, surgiram as principais iguarias o homem já não tinha espaço para mais nada.
É isto que se passa contigo. Tens a cabeça tão cheia de teorias que não consegue entrar mais nada. Isto até compreendo. Agora, porque não consegue entrar mais nada, dizeres que aquilo que há para entrar não presta...

Dário Cardina Codinha disse...

Lá está: explico-te um bocadinho das coisas e dizes que são teorias. A queda da maçã é uma teoria... ok... a gravidade não existe, as forças naturais não existem. A comunidade científica reúne-se uma vez por mês para inventar teorias falsas contra Deus. É verdade, existe uma teoria da conspiração.
Se as coisas que te expliquei não são verdade a nossa TV nunca tinha a chamada "chuva". As coisas existem, há pesoas que as estudam, que as criticam, que as melhoram. Chama-se a isto o método científico, que é auto-crítico e auto-construtivo. Uma teoria vence outra ou incorpora outra. Neste momento estamos perante 7 teorias da cosmologia, cada uma aprofunda uma secção. O mais espantodo é que essas 7 teorias vazem parte da mesma teoria (teoria M), elas são diferentes pontos de vista ou diferentes caminhos da mesma. Esta descoberta, a maior de todos os tempos, está cada vez mais perto. Cada mês que passa vamos chegando mais perto. Isto quer dizer que estamos no caminho certo, senão não dava certo. Não é? O simples facto de 7 abordagens diferentes, que apontam para sítios opostos cheguem à mesma solução? A Física e a Matemática são a melhor coisa que existe.

José Carlos disse...

E tu a dar-lhe. Já tive a oportunidade de dizer que não sou (os que cêem não são) contra a verdadeira ciência. Já te disse que a Bíblia condena a falsa ciência mas não a verdadeira, que existe e que eu respeito.
O que eu não aceito é que se tenha a ciência por deus; que se sugira que tudo aquilo que pareça estar em desacordo com a dita seja para deitar ao lixo. Porque é que se deve analisar, com tal maticulusidade, a ciência e despresar aquilo que, aparentemente, não tem explicação racional.
Se eu te disser que me doi a cabeça, não conseguirás ver a dor, terás de acreditar em mim.
O apóstolo Paulo um dia, ao viajar para Roma (como prisioneiro cristão)caiu, juntamente com todos os que viajavam com ele, numa grande tempestade. Durante 14 dias (segundo o relacto do livro de Actos dos Apóstolos) a monção não deu tréguas. Todos no barco estavam transidos de mêdo, de tal forma que já ninguém comia. Paulo, o prisioneiro, colocou-se no meio de todos e disse: "Já há 14 dias que vocês não comem... não tenham mêdo, o barco vai desfazer-se mas nenhum de nós vai morrer. Esta noite um anjo de Deus a quem sirvo esteve comigo e deu-me essa informação. Depois pegou em pão, deu por ele graças a Deus e começou a reparti-lo por todos e todos ganharam novo ânimo"
Agora diz-me: que motivos existem para que o Doutor Lucas tivesse contado esta história se ela não tivesse acontecido. E, só porque eu não vi o anjo de Deus, deverei duvidar de Paulo? E afinal o que fazia com que Paulo (embora prisioneiro) tivesse paz interior apesar da tempestade?
Não se passam, hoje em dia, situações em que cristão, apesar das tempestades, mostram paz interior. De onde lhe vem essa paz?
Estou a falar-te de coisas simples para te mostrar que, embora conheças bem as complicadas (e fazes bem) estás a perder coisas fantásticas.
Para de te empanturrares de "canja" come apenas o quanto baste. deixa espaço para as iguarias.
Abraço

Dário Cardina Codinha disse...

Não tenho culpa que as minhas áreas de estudo sejam complexas. Se temos de testar algo vamos até ao fim, quer gostemos quer não. Quanto mais ao fundo vamos melhor. As coisas estão a ser testadas e provadas.
A teoria previa a existência das 3 famílias de quaks. O Acelerador de partículas provou ser verdade.
Actualmente há 5 sondas na busca de respostas e o LHC a acabar de ser construído. Uma das sondas, o WMAP, já confirmou a teoria. O WMAP foi fazer o trabalho do COBE mas com uma resolução 40 vezes superior. A medição da temperatura das CMB coincide com os dados. O fluxo de dados de precisão desbastou o campo das propostas cosmológicas, sendo o modelo inflacionário o melhor candidato.

Abraço

arrevezado disse...

Caro Dário, quando referiu anteriormente que existiam explicações científicas para as 10 pragas do Egipto pensei que pelo menos estivesse ao corrente dessas teorias. Por esse facto, fiz questão de ser pouco rigoroso e usei inclusivamente de alguma ironia, não vale a pena ensinar o ‘padre nosso’ ao vigário. A avaliar pela resposta inábil que me dirigiu, não me parece que o vigário seja devidamente sabedor.

Conheça as hipóteses científicas em: http://www.bbc.co.uk/religion/religions/judaism/history/moses_4.shtml

Aqui encontrará entre outras, a teoria que se refere a um organismo do grupo dos dinoflagelados chamado Pfiesteria Piscicida, a tal ‘alga que faz sangrar os peixes’ de tal modo que a água fica tingida de vermelho e que, segundo disse, é uma barbaridade. Encontrará também referências a uma suposta erupção do vulcão da ilha de Santorini que desencadeou todas as desgraças que se desenrolaram no delta do Nilo...

Depois leia o livro do Êxodo capítulos 7 a 11, onde encontra a história original e a descrição de cada uma das dez pragas. Vá lá, um cientista/ateu tem que se manter bem informado. E já agora, esqueça a história dos morcegos na Bíblia, eu diria até que foi muito pouco rigoroso da sua parte, uma barbaridade até...

Dário Cardina Codinha disse...

Eu conheço as teorias. As algas é que tornam a água vermelha. Parte deses acontecimentos já foram vividos actualmente, chama-se a isto experiência invocada (mais uma vez...). A explosão de Santorini aconteceu, a geologia, com a análise de sedimentos comprova a época em que ocorreu. Se as coisas estão provadas o que querem fazer? Se achas que a teoria está errada prova-a e aaranja uma que seja melhor, esceve um livro e, ao publicares a tua teoria ganharás prémios e serás um dos maiores crânios do mundo pois conseguiste criar, sozinho uma teoria de várias áreas científicas. enfim...
Não aceitam que a ciencia prove que algo na bíblia está errado, mas quando a ciencia prova que uma história bíblica foi real também não gostam... não se percebe.
Em relação ao morcego... para quem sabe tanto da bíblia... pois. A passagem está lá. Não tens a Bíblia e Estudo Pentecostal em CD? Talvez fosse mais fácil ires ao search.

José Carlos disse...

Só mesmo o Dário é que conhece a tal passagem do morcego. Pena é que nunca diga onde está (livro, capítulo e versículo).
É tipico de quem gosta de se considerar agnóstico citar as teorias (sei que não gostas da palavra quando aplicada aquilo que consideras estudos profundos e infalíveis) como se fossem factos.
Meu caro o tal vucão pode até ter explodido e produzido, em cadeia, todos aqueles fenómenos narrados na Bíblia e por ela chamados de pragas. Mas há uma coisa que deverias ter em conta; é o factor tempo. Logo haveria de acontecer de forma a produzir aqueles efeitos naquela altura. Mesmo admitindo que essas hipóteses avançadas pelos teus amigos, infalíveis, estão correctas o milagre não deixa de ter acontecido.
Conheço a história de uma senhora, cristã, que um dia ao ouvir um cientista (daqueles que odeiam tudo o que lhes cheire a fé)tentar explicar a passagem dos israelitas pelo mar vermelho (a sêco) disse que isso não seria difícil porque, já se tinha provado(esta gente consegue sempre provar tudo)que, no sítio onde atravessaram, a água quando muito daria pelo tornezelo. A senhora cristã, então, exclamou "glória a Deus", ao que o cientista perguntou: "glória a Deus porquê?" e a senhora disse: "porque o meu Deus é tão poderoso que conseguiu afogar tantos egípcios em tão pouca água..."
Ó Dário, eu sei muito bem a infalibilidade dos processos de análise e de datação que os cientistas usam. Usam o que há para usar. Ainda hoje o método carbono 14 é um dos melhores métodos de datagem, mas é sabido que por esse método (tão infalível) já se conseguiu "provar" que um caracol vivo estava morto há 50 anos.
Isto parece anedota mas é verdade. É por isso que eu, ao contrário de ti, não me apresso a acreditar, com tanta convicção, nessas formas de "provar" isto ou aquilo. Que devamos estar a par, tudo bem, agora que juntemos todos esses dados o façamos, por assim dizer, um livro sagrado com isso, já é de mais.
A sério Dário, não é por teimosia é mesmo porque quero manter a minha mente arejada.
Já agora, conheces a histório do autor de livro(já transformado em filme, Ben-Hur?

arrevezado disse...

Acho conveniente acrescentar que até gosto quando surgem explicações científicas que de alguma forma tentam explicar o que na Bíblia é citado como milagre divino. Mas também acrescento que a minha fé não é sustentada nem abalada por essas mesmas teorias hipotéticas. De facto, informo-o que a própria Bíblia afirma que toda a sabedoria vem de Deus (conhecimento científico incluído), Ele é que é Omnisciente e portador de toda a sabedoria. Sempre que um ser humano alcança algum conhecimento devia agradecer-Lhe. E mais, alguém tão interessado em obter conhecimento científico devia dirigir-se a Deus em oração (assim escreveu o apóstolo Paulo) e pedir-lhe sabedoria, uma vez que Deus promete essa dádiva. Para nós, os cristãos resta-nos a certeza de que todas as coisas que desconhecemos nos serão reveladas um dia, em diálogo directo com o próprio Criador do universo, no Céu. E fico por aqui, uma vez que tenho consciência que este tipo de conversa já lhe deve estar a meter algum nojo.. lamento. Deus o abençoe Dário.

Para o José Carlos: Um blogue que gera uma corrente de comentários como esta em torno de um tema como este é Graaande.

José Carlos disse...

Obrigado arrevezado. É claro que subscrevo na totalidade o seu comentário. Recordo, até, que antigamento os cépticos dedicavam-se a esgrimir teorias para mostrar que alguns fáctos narrados na Bíblia (dilúvio, Sodo e Gomorra, as pragas, etc.)não tinham acontecido. Eram lendas, diziam. Há, sem dúvida, uma evolução positiva. Agora já admitem a sua existência, procurando dar-lhes uma explicação científica. O objectivo continua a ser o mesmo - colocar Deus de parte - mas que há evolução lá isso há.
Abraço

Dário Cardina Codinha disse...

A bíblia diz que o morcego é uma ave... ainda não encontraste? Levítico 11:13 a 19

Que eu saiba o modelo inflacionário do big bang são apenas factos. Uma história contada a partir das observações e não história lida alegures e sem testes científicos nem observações científicas, cálculos, etc.
Os eventos do êxodo aconteceram nauela altura simplesmente porque não aconteceram noutra altura. Se acontecessem noutra altura não estarias a ter esta discussão ou terias a ter outra (de quando o evento ocorresse noutra época). Simples, uma série de eventos acontece e levam, em cadeia, a outros eventos.
Há várias hipóteces a ser testadas, uma é a erupção submarina que ocorreu nesse local e ainda ocorre hoje.
Essa infabilidade vem em livros cristão com 20 anos ou até 50 anos. Sim, eu tenho. Sabes, a criminologia baseia-se em fórmulas matemáticas e físicas baseadas em algumas meias-vida de compostos. Os modelos matemáticos modernos estão muito mais refinados. A ciência não é estática, cada dia que passa refina-se porque se auto-critica e auto constrói. Sei que, quem não sabe lidar com as meias-vida e com os modelos matemáticos está lixado, os resultados serão uma anedota. Isso já aconteceu!
A teoria das supercordas está a revolucionar a compreensão do universo, estamos a obter grandes respostas sobre do que é feito o universo. O melhor: há observações, modelos que se conjugam numa harmonia perfeita.

arrevezado disse...

Caro Dário, não me leve a mal mas Levítico para si é como Kierkegaard para o meu sobrinho de 4 anos, a melhor estratégia para iniciar a leitura da Bíblia é começar pelo Novo Testamento.

De qualquer forma você tinha razão, existe uma referência a morcegos em Levitico 11, no final do versículo 19. Aparentemente, em algumas versões da Bíblia, os morcegos são enumerados num grupo de animais referidos como ‘aves’. A palavra original em hebraico é ‘owph’ que significa ‘animal que voa’. O autor (Moisés) não estava de todo a referir a Classe a que pertenciam estes animais segundo a Taxonomia moderna, até porque, como veremos na cronologia abaixo, mesmo na altura em que o texto foi traduzido, Lineu ainda não tinha nascido.
De facto, há uma referência a morcegos na Bíblia... e mais, está escrito que eles voam!!
Dário, aconselho que continue a postar os seus comments num post mais recente, que eu aqui já não escrevo mais nada.

Moisés, autor do Levítico - sec. XIII A.C.

João Ferreira de Almeida, tradutor da Bíblia para Língua Portuguesa - 1628-1691

Carolus Linnaeus, criador da Taxonomia - 1707-1778

José Carlos disse...

Essa das aves serem mamíferos...fiquei com as orelhas boquiabertas...
"Estamos a obter grandes respostas sobre do que é feito o universo..." não duvido, e pelos vistos são respostas inteiramente satisfatórias para ti. Eu, no entanto, arrisco a perguntar-te se não seria mais útil procurares saber quem criou aquilo de que é feito o universo. Ou então, lá vamos nós outra vez, como se explica que o nada dê à luz tudo.

P.S. Arrevezado lá porque o morcego (mamífero) voa, não voe você também deste blog. Eu aprecio os seus comentários.
Abraço

astronomy graceliana disse...

TEORÍA del UNIVERSO FLUXONÁRIO ESTRUTURANTE del ESPACIO DENSO, y
TEORÍA del ENERGETICIDADE y del MASER.

Autor - Ancelmo Graceli Luiz.

Ancelmoluizgraceli@hotmail.com
Teléfono. 27- 32167566 calle Itabira, nº 5, conjunto de Itapemirim,
Rose del Penha, de Cariacica, de -269, del brasilen@o de E.S.
cep.29143, del profesor, de la graduación en filosofía y del
investigador teórico. ASTRONOMÍA publicada de los libros, y MUNDO de
las INTERACCIONES FÍSICAS.

Colaborador - Marcio Piter Rangel.

Actual trabajo el alcohol el Brasil Santo de la secta. E la sociedad
brasileña de la física. La introducción publicó en el WEB
para el factor del Brasil del vestíbulo - acanale el perfil. En el
día 30.01.2008. ¿Si otras teorías con lechos y usted formulan había
tenido aceptación, por qué éstas no tiene? Por lo tanto, los
possesss todos los lechos y todas las formas de cálculos, y de ése
la realidad y el comentario hasta que está alcanzado hoy se confirma
con. Con más de cientos y diez fórmulas, las formas más variadas de
si calcula un mismo fenómeno, con más de doscientos lechos en todas
las áreas de la física moderna. También, con nuevos pronósticos
dentro del cosmology y de la astronomía.

Presentó el compartimiento de la educación del SBFISICA. Soced.
Sujetadores. de Física. Diario brasileño de la física - SBFISICA

PRESENTACIÓN.

Las teorías defienden la potencia vital el fantasma santo y en cosmo,
la vida, la mente y toda más, contra el mecanicismo y el materialism.
Con lechos poderosos en posibilidades como de todo los possesss un
origen y el apuntar para la potencia el fantasma santo adentro
encamina la vida, la armonía, la perfección, la mejora y la
eternidad en el detrimento al caos y al extremo.

En cosmology se defiende el universo que si estructura como secuencia
de la producción y de la destrucción de astros. En astronomía se
defiende que el movimiento es producido por la energía apropiada del
astro. INTRODUCCIÓN.
TEORÍA del ORIGEN de la SUSTANCIA y del COSMO, y UNIVERSO FLUXONÁRIO
ESTRUTURANTE.

Esta teoría es la que más está venida cerca de la potencia del
dios. Por lo tanto va contra cualquier forma de caos.

CASI NADA TODO PUEDE APARECER - EXCEPTO DIOS.

El UNIVERSO es Una CREACIÓN AUTO, SIN EMBARGO, Una MANO DE OBRA de
este TRANSPORTE SOLAMENTE PUEDE TENER la POTENCIA del CREADOR.

Esta teoría va de satisfacer a la armonía y a la eternidad cósmica
en el detrimento al caos y del finitude del universo considerado para
la teoría de la gran explosión. Mientras que uno entra en la
secuencia de la desintegración y de la reintegración con poca
energía, otros son más distantes llevado del aglutinação del
espacio denso.

COSMO ESTRUTURANTE Y DESINTEGRANTE.

Modelo De Graceliano. El universo es secuencia constante e infinita.

Primera parte.

TEORÍA de la BURBUJA DEL ESPACIO y DE LA ENERGÍA DENSOS.

Mientras que en la teoría de la gran explosión el universo si se
amplía de una punta del espacio y de una cantidad pequeña de
energía, y es la solamente - DEL EXTERIOR PARA EL INTERIOR - en la
teoría del universo de la burbuja si contrae del espacio denso para
producir la sustancia y la energía de algunas puntas del infinito del
espacio, en una producción constante de universos nuevos en algunas
puntas del cosmo. O cualquiera, se contrae para producir la sustancia
para más adelante el formar de los astros y si se amplía para el
MASER. E es algunos universos en puntas infinitas del cosmo en fases
infinitas.

De nacimiento en la burbuja de la fase del espacio denso - ponga en
fase la fase de la energía estruturante-Estruturante-Na, en la fase
de la sustancia y la fase de la desintegración, desatar y retiro en
el espacio para el MASER apropiado de la densidad de la sustancia. La
formación de la reintegración de E secundaria del material irradió
para la escuela primaria.

PASOS PARA LA FORMACIÓN de la SUSTANCIA, de ELEMENTOS, de ASTROS y De
los UNIVERSOS.

Así, el espacio denso si contratos hasta que siendo filamentoso - la
sustancia difusa llega - la sustancia densa - energía - las memorias
difusas - astros - fusión nuclear - los elementos químicos - de
elementos ligeros en - MASER - reengrupamentos pesados en los astros
nuevos, secundarios - se vuelve si para desintegrarse - y el proceso
continúa hasta que si sustancia difusa que se convierte.

COMENTARIO.

No nos sentimos que la acción del espacio denso porque estamos en un
universo en una fase que estaba ya changedded en sustancia.

FÓRMULA PARA LA CONTRACCIÓN DEL ESPACIO DENSO.

El espacio denso si los contratos y disminuye de talla para producir
la sustancia, y si da en una contracción y una reducción infinita,
con las cuales puede ser calculado formula del límite infinitesimal.
Pero uno que ha dejado todo, dividido para todos, así infinitamente.

Espacio denso ED - espacio denso total de la parte p si
structuralizing. Así, infinitamente, hasta changedding en energía y
sustancia.

Ed - P/ED… hasta llegar a ser energía y sustancia.

Así, tenemos el fórmula para la formación de la sustancia, energía
y para el origen del universo.

UNIVERSOS INFINITOS EN LAS FASES ESTRUTURANTES Y DESINTEGRANTES.

PRIMERA TEORÍA del ORIGEN y de la NATURALEZA de la SUSTANCIA.

Era mirada siempre por los filósofos y las químicas griegas, más
adelante para la física moderna una explicación para el origen, la
naturaleza y la esencia de la sustancia, donde el mundo fue dividido
ocasionalmente en forma y estructura, alcohol, mente y sustancia, por
lo tanto muestro que la primera teoría de ésa la sustancia puede
aparecer y de eso está formada, que aquí está de filamentos del
espacio denso, miraba siempre a la sustancia para la sustancia y el
dividiz él infinitamente del átomo de los Griegos hasta el ciento de
las partículas que se catalogan hoy. Comentario
- ninguna teoría visualizó hasta obtenido hoy a la elasticidad un
decreto de eso que originó la sustancia. Todos se van pronto de
estimado algo.
CÁLCULO DE LA FORMACIÓN DE LA SUSTANCIA Y PARA COSMO ESTRUTURANTE.

Para poder de la contracción del espacio denso = cantidad de
sustancia densa del tiempo = del estruturante de space/cosmological y
de cosmo y de fases.

CÁLCULO PARA COSMO DESINTEGRANTE.

Para poder de la desintegración = de la cantidad de sustancia, de
temperatura, de base de fusión a estelar, MASER y tiempo de
energy/cosmological.

Pd*[qm ]/t c.

ESPACIO Y SUSTANCIA DENSA, Y ENERGÍA Y ASTROS.

El universo no formado de la gran explosión, pero sí del espacio
denso, espacia denso es todo el espacio que en él lo rodea, que
tenemos la noción que es un gran vacío, pero no es, él densidad
de los possesss, y de él la sustancia y la energía si había
originado para formar los primeros astros, galaxias y acumulaciones.

ROTACIÓN y TRADUCCIÓN del UNIVERSO.

La extensión es falsa, es en la verdad una traducción y una
rotación y un mínimo de retiro.

Qué tenemos la noción de una gran extensión del universo es en la
verdad la traducción y la rotación de exactamente. Por lo tanto, si
es infinitamente vieja y hubiera comenzado si para ampliarse en el
momento de supusiera una gran explosión, los astros serían los tan
distantes de los otros que ni su luz sea capaz ser tomado por
cualquier tipo de telescopio.

El FORMATO del UNIVERSO.

La disposición de las galaxias en discos con los sistemas de
estrellas también en prueba del disco que el universo es un proceso
de estruturação y pasa para las secuencias, por lo tanto había
aparecido en un momento solo en una gran explosión que el formato del
universo sería esférico, o cualquiera con todos los astros en un
mismo distancia de un centro, y que también con la misma traducción
y rotación.

Comentario. Tenemos ya aquí un decreto del origen y de ese cosmo
material si están formados. Lechos no visualizados hasta hoy para
otras teorías.
La ENERGÍA PRODUCE el MASER QUE PRODUCE el MÍNIMO del RETIRO.

Tiene sí un retiro mínimo el proceder de la acción del MASER y de
las altas temperaturas, retiro producido para la energía procesada
para la fusión nuclear en el interior de los astros.

UNIVERSO DE LA ENERGÍA ESTRUTURANTE. O UNIVERSO DE LA CONTRACCIÓN Y
DE LA DESINTEGRACIÓN.

El universo pasa para dos procesos - primero de la formación de la
sustancia y de la energía para la contracción de los filamentos del
espacio denso.

En fecha la formación de los astros, sus procesos de la energía y la
producción de la temperatura a la relación de transformación que la
sustancia si aglutina, con la sustancia aglutinada son gran cantidad
producida de energía y temperatura, dando brotando el MASER y la
desintegración consiguiente del astro en el espacio. Para eso está
una secuencia el universo de la energía del estruturante, donde
primero si contrae paradas más adelante si se desintegra y si separa
unos desde los otros, siempre en pocas porciones.

Es Una SECUENCIA PORQUÉ SI CONTRAJE DE ESPACIO DENSO HASTA la
SUSTANCIA, DE LA SUSTANCIA EN ASTRO, SI SE DESINTEGRA EN EL MASER, SE
VUELVE el REINTEGRAR-SE EN POCO ASTROS y CON POCO DIÃMETRO y
ENERGÍA, QUE SE VUELVE DESINTEGRAR-SE. La SECUENCIA De E CONTINÚA
INFINFINITAMENTE. HASTA SI SUSTANCIA DIFUSA QUE SE CONVIERTE.

El mismo proceso pasa partículas y los átomos.

La PRODUCCIÓN de SECUNDARIO para el MASER y la ATMÓSFERA.

Pieza del MASER si también transforma en la atmósfera, eso va
siempre a dirigir para el ecuador, adonde va a formar cinturões de
gases pues es la caja de Júpiter, o en un período más avanzado del
entrenamiento los cinturões entran formar los anillos que son la caja
y el Uranus de Saturno, de estos anillos van a formar acumulaciones
pequeñas de gases, que más irán siempre a aglutinarse más y, donde
aparecerán las primeras memorias rarefied, y el proceso de
aglutinação continúa, donde los secundarios comienzan a aparecer
exactamente antes si forman, pues los gases ellos poseen ya la
traducción y la rotación y si se mueven lejos desde las escuelas
primarias. O cualquiera, antes de existir como astro el secundario
desarrolla ya su traducción.

PRUEBE para el FORMATO y DINÃMICA de la ATMÓSFERA.

Esto se puede confirmar con la pista, en donde su atmósfera ya menos
concentrados más en el ecuador y en las regiones polares, procediendo
del magnetismo de la acción de la pista y del centrifuga de la
rotación, y que la dinámica apropiada de los possesss de la
atmósfera. Que será filamentará hasta llegar para dar comenzar a un
satélite nuevo. Sin embargo esto no está para hoy. El MAGNETISMO de
la ESCUELA PRIMARIA ACELERÓ la FORMACIÓN de la SECUNDARIA.

Si no fuera el magnetismo y la acción del centrifuga de la rotación
de los astros, sus secundarios retrasarían hora de no formarse. El
centrifugam por lo tanto del magnetismo y de la acción actúa en la
producción de los filamentos de los gases para el ecuador y en la
producción de estos filamentos en el proceso de esferificação,
donde aparecerán las memorias rarefied, hasta la formación de astros
nuevos.

E que la secuencia continúa de la desintegración de la escuela
primaria para el MASER que procede de la producción energética, para
la producción de la atmósfera y de aglutinação en los filamentos
para la acción del magnetismo y del centrifuga de la rotación del
astro apropiado hasta llegar el esferificação, también con el
magnetismo de los gases.

FASES DE LA SECUENCIA.

1 - con la contracción de los filamentos del espacio denso para
formar la sustancia y después de la sustancia producida si forma en
astros. Con los astros formados pasan si para desintegrarse como forma
de MASER y de temperatura.

2 el material de la desintegración se vuelve si al contrato y a los
astros del producto menos, y de estos otros menores de edad el proceso
continúan. Esto si confirma donde los astros poseen el formato
esférico. Por lo tanto la muestra de redondeo que tenía un proceso
lento de la formación a través de los materiales de los cuales
había aparecido están para adentro, donde para aglutinação estaba
lentamente si el astro structuralizing. Confirman porque las memorias
son más densas y la pista es formada por capas y memorias.

En el caso de la producción de los planetas para el sol, la
atmósfera ni llegado si a la forma, y al MASER era pronto si
filamentando a esferificar y aparecer los planetas.

UNIVERSO INFINITO en la EDAD, el ESPACIO, y el PROCESO.

La prueba de esferificação que el astro fue producido por capas de
material del MASER para la yuxtaposición - una en la otra, porque que
las memorias son más densas, que fueron probadas ya en la física del
átomo. E la prueba de redondeo que tomó a mucho más tiempo esta
formación circular, después el universo es un proceso mucho más
lento y más constante que si puede imaginarse. Así, el redondeo del
universo prueba la teoría de la secuencia y que todo el universo de
hoy no apareció en un momento solo, son algunos universos en algunas
fases si el proceso y si structuralizing, mientras que una cierta edad
para pierde y energía que procesa, otros ellos aparecen para el
espacio denso. Estas fases si confirme para el comentario actual, así
el universo es infinito en el origen y el extremo, el espacio y su
proceso.

FASES DEL UNIVERSO. BURBUJA ESTRUTURANTE Y FLUXONÁRIO de los
UNIVERSOS.

1 origen - burbuja del universo del espacio denso y burbuja de la
energía. 2 tipo - fluxonário del estruturante, si contratos para
producir la sustancia de la burbuja del espacio denso. Más adelante
si después de amplía la contracción y la producción de la
energía, de la temperatura y del MASER. 3 forma a existir - energía
de los procesos de producción. 4 cantidades - algo casi pulsa adentro
algunas fases, de la burbuja hasta astro sin energía. 5 talla -
infinita en la producción de universos nuevos, el infinito en el
espacio y el tiempo. 6 formas infinitas y variadas de la forma -, de
burbujas, gases, sustancia difusa de la energía, densos y menos
densos, astros, anillos, MASER, atmósfera, etc. estruturante 7 de la
sustancia y del cosmo.

CREACIÓN MÁGICA - SUSTANCIA Del ESPACIO DENSO.

Antes si el discurso de la creación del universo, él se debe hablar
de la creación de la energía y de la sustancia, por lo tanto era de
la sustancia que apareció los astros.

REDONDEO y ESFERIFICAÇÃO del ASTROS.

El esferificação de astros la prueba que,

1 fue formado para que un proceso lento tenga el formato
esférico, el contrario que no sería.

2 fue formado de las piezas mínimas que habían sido si el joust que
localiza para formar astro, el contrario no tendría la formación
redonda. Uno ve que mientras que los anillos de los possesss de
Saturno y de Uranus de gases en la ruta del ecuador, Júpiter él los
possesss a la pila de la atmósfera que está en el movimiento en la
ruta del ecuador, donde si confirma el origen de los astros para los
componentes de la escuela primaria.

3 los astros son más viejos de el que si piensa. Su base de E es más
densa de la que la parte exterior, y la pista del planeta es formada
por capas formadas encendido.

4 Fiz un cálculo para la edad de la pista, no obstante fue tomado en
cuenta solamente el retiro, y no de él hora para el esferificação,
que era probablemente muy más grande.

5 la prueba que el universo tiene su origen a través de elementos muy
pequeños, de que había sido si ensambló formar los astros, pues las
piezas mínimas del MASER, los gases, luz y las sobras de grandes
temperaturas.

6 el universo se tiene allí si la formación para las partes
mínimas, como energía y sustancia, del interior para la parte
exterior está con las memorias más densas que la corteza -. A un
universo mucho más viejo, más redondo e infinito en el tiempo del
final y del origen, el infinito en la relación su producción,
después, que nunca aparecería en un momento solo en una gran
explosión.
MASER EN LA FORMACIÓN DE SECUNDARIO.

Así, con el formato de los astros si tiene más una prueba de la
teoría del universo del fluxonário del estruturante. Para la
compresión del espacio denso, y desintegración para el MASER y la
temperatura, y una nueva compresión de este MASER en el espacio,
formación nueva pocos astros, como los planetas, los satélites y
cometas. E el proceso del estruturante y del desintegrante continúa
produciendo los asteroides y otros que serán desintegrados siempre
produciendo astros y pocos asteroides.

Los universos solamente del espacio denso, gases, energía, sustancia
difusa, sustancia existen y los astros y los gases, luz y MASER, con
esto si confirma la teoría aquí utilizada de ésa el universo no
tienen edad, por lo tanto él no son una producción y una
desintegración infinitas de sí mismo exactamente. E mientras que
algunos desintegran otros en otras puntas del infinito del espacio
empieza si a la forma lentamente para el espacio denso.

Si el cosmo fuera producido en un momento solo, los astros no
tendrían una forma esférica así que definido, algunos serían
largos y aplanados otros.

EN El ESPACIO, La SUSTANCIA Y La ENERGÍA DENSOS.

La energía existe en la función de la sustancia, desde su
producción hasta su portador también para el aire, por lo tanto la
sustancia contiene y produze la energía, por lo tanto la energía no
tiene en cuanto a existe sin la sustancia, y la sustancia si origina y
es espacio denso del densificado.

SUSTANCIA Y ENERGÍA = ESPACIO DENSO DENSIFICADO.

No tiene en cuanto a habla de un universo dé que si origina de una
bola pequeña en una gran explosión, por lo tanto que el origen de
esta bola, y donde vino la energía para el explodiz él.

La gran explosión contiene varía contradicciones y la carencia de
los lechos del origen, de la causa y del efecto.

ATMÓSFERA INTERPLANETARIA Y del ESPACIO.

El espacio interplanetario se constituye del gas a uno [ presión de
diez levantados menos a 19 atmósferas terrestres ]. Eso es una ruta
que el espacio no es un vacío sin la densidad, presión, y no es
un vacío.

SÚPLICA. Si la gravitación atrajera los astros, todos los satélites
serían verticales entre el planeta y el sol, por lo tanto el planeta
sostendría de una cara y del sol de otro, y estaría constantemente
en eclipse. Por lo tanto que la dinámica depende de la energía y del
MASER del astro. Para ver la teoría del energeticidade y del MASER.

ASÍ TENEMOS LAS FASES DEL UNIVERSO.

La fase del espacio del filamentosa de la densidad. El filamentosa del
espacio de la fase de la energía. La fase de la materialidad -
átomos químicos, y elementos. La fase de astros inmensos, con poca
densidad, y poco MASER. La fase del aglutinação, donde estaba si la
sustancia aglutinó, magnificando la temperatura interna y el MASER.
La fase de la desintegración para la temperatura interna y el MASER.
La fase de la formación de los astros nuevos para el aglutinação
del material expelido del MASER de los primeros astros, así vemos que
es una secuencia y un proceso de la integración, de la
desintegración y de aglutinações nuevo.

FORMACIÓN DIRECTA Para El ESPACIO DENSO, Y FORMACIÓN DE SECUNDARIO
Para La SUSTANCIA FORMADA YA.

El material que se convirtió en ya astro después de que no se vuelva
para estar el espacio denso la desintegración, solamente este
material si integra la formación nueva pocos astros. Así tiene dos
procesos. 1 el proceso de la formación directa para el espacio denso.
los 2 y procesos para la desintegración del astro produjeron ya, eso
va al reintegrate ellos mismos y formar a otros menores de edad.

Así, el espacio denso es inmenso todo, como jalea inmensa sin forma
definida. El universo es un proceso de la forma directa para el
espacio denso, y un proceso del ciclo, donde desintegran algunos y
parte de su material va a construir otros. Con esto vemos que el
origen, la producción y la época del universo son infinitos, y el
sistema de la producción de universos es mucho más viejo de ése si
se imagina, en trillones de años.

E que existe algunos tipos de universos, unos de espacio denso, campo
de la energía sin la sustancia, campo de la energía con la
sustancia, los universos de memorias atómicas, los gases, sustancia y
los astros si desintegra e integra otros.

EVOLUCIÓN CÓSMICA Y EVOLUCIÓN De los ELEMENTOS QUÍMICOS.

Así, el universo es una producción constante y de la evolución
cósmica, producción y desintegración directa, y producción
secundaria de la integración en astros nuevos, mientras que van los
elementos químicos si procesan y desarróllanse.

EN el RETIRO.

El universo no sufrió una gran explosión para producir su retiro,
pero sí, el retiro es producto del MASER, rotación y de las grandes
temperaturas, que estimula los astros para el frente, modificando su
órbita. O cualquiera, la fusión nuclear, la producción de la
temperatura y el MASER producen el retiro más más bajo entre los
astros. Para ése que tiene una relación de transformación entra en
los distancias de los planetas y de los satélites.
SÚPLICA.

Si el universo hubiera sufrido a una gran explosión solamente las
galaxias serían si separaron, y pocos astros como los planetas, los
cometas y satélites no serían si separaron, y el retiro gradual
prueba que todos los astros si hallazgo en retiro unos en lo referente
a los otros, así, todos los astros si encuentran en el retiro que
procede de su energía, MASER y temperatura externa.

SÚPLICA.

ASPECTO al ROJO para el EFECTO DOPPLER para la ROTACIÓN y la
TRADUCCIÓN del COSMO.

El frente que el universo no resuelve en la extensión, pero sí en
retiro mínimo será considerado más, y lo que se detecta pues
aspecto al rojo ni es este retiro. Por lo tanto es insignificante en
quién él refiere a la rotación en el espacio, y qué da el aspecto
al rojo en el efecto de Doppler es la rotación de la traducción y de
la rotación de astros y galaxias en el espacio.

RETIRO PARA LA ACCIÓN DEL MASER.

Vemos entonces eso, el universo es una creación constante para los
filamentos del espacio denso de sustancias nuevas nuevas y del cosmos
para el aglutinação del bastidor y reintegrated los materiales ya,
mientras que el otro cosmos se desarrolló más si se desintegra para
el MASER y de alta temperatura, otros pocos astros si ellos integra
con el material de eso que habían sido desintegradas ya y ésa van a
desarrollar una órbita siguiente a ésa dio al impulso del origen y
de la inicial él, para el MASER y la temperatura intensa. Así uno
forma una producción directa para el espacio denso, y una producción
para el ciclo de la desintegración y la integración para el material
desintegrado, mientras que los elementos químicos se desarrollan. E,
mientras que el universo si ensancha para el MASER producido para los
astros apropiados. E no para supuso una gran explosión, por lo tanto
el retiro es un proceso continúa para la acción del MASER, por lo
tanto ese disminuye gradualmente y el impulso inicial tiende solamente
para perder intensidad. Mientras que el universo material si se
amplía, el universo de filamentos del espacio denso si los contratos,
o cualquiera, él tiene dos situaciones reversas.

El MASER está procediendo principalmente de las interacciones de la
fusión nuclear en el interior de los astros. O cualquiera, el mismo
fenómeno - el MASER que produce la órbita y la dinámica de los
planetas y de los satélites, también produce ensanchar del universo
y produce astros nuevos, y es el productor de la estructura de ellos,
y de nuevos elementos químicos. Uno concluye así, ese cosmo es
infinito en su origen y estará en su futuro, pues también él es
infinito en el espacio y la nueva producción del cosmos, y los nuevos
elementos químicos. El proceso de la creación lenta va contra el
proceso de la creación instantánea considerado por la gran
explosión. Probar la tesis visualizada sobre él es simple, está
solo evidenciar que la extensión si los hallazgos en la progresión
que disminuye. No obstante como fue visto ya, el universo si hallazgos
en la producción y el retiro y no en la extensión. Así, mientras
que se desintegra y se va uno para producir otros en otros cantos del
universo el espacio denso si procesa dar al origen las galaxias del
espacio provee de gas. Así, el universo es un proceso del nacimiento
directo para el espacio denso, de ya sido nato, y nacimiento de otros
natos de ya. Todo ocurre para un hashing directo de la sustancia en el
origen, es un hashing del fluxonária en la producción de nuevos
elementos químicos, de astros nuevos y de nuevas órbitas. Segunda
parte.

EN la SUSTANCIA.

M = ED = and/t - la sustancia es igual el espacio denso del
solidiquicado, de que es igual a la energía dividida por el tiempo.

La sustancia se hace espacio denso de la energía sólida, o
cualquiera, las partículas químicas y los elementos son en la verdad
el espacio denso si procesa el energeticamente y produce la
solidificación. E en un período más avanzado del evolutivo del
entrenamiento. Así, la sustancia pasa para un proceso del evolutivo,
y la sustancia - energía sólida hecha espacio denso
- satisface siempre en una mejora, y pasa para un proceso lento y
unificado por lo tanto que toda la sustancia y la estructura del
átomo sean iguales.

FASES DE LA FORMACIÓN DEL ASTROS.

Nuestro universo no inició el anterior más más bajo a una gran
explosión, sino que sí, infinitamente grande, entrando en una
contracción para producir la sustancia, pasando para la energía
sólida hecha que es la sustancia, para más adelante el
structuralizing en partículas, producto químico de los elementos, y
finalmente astros.

O cualquiera, el universo no formó el instantaneamente de los astros,
por lo tanto que los astros y los átomos poseen memorias.

Primero es energía formada, más adelante la sustancia y finalmente
los astros, diferentes de ése defiende la gran explosión.

Así, los pasos del universo de la contracción. 1 del espacio para la
energía y la sustancia. 2 de la sustancia para los astros.

Después de la desintegración con el MASER y las temperaturas
intensas. Pasa a la integración, donde los astros nuevos se forman
del material del MASER. Así, el universo y una secuencia de los
ciclos de la producción y estruturação y evolución, a través. 1 -
Contracción y solidificación. 2 - Evolución química. 3 -
Desintegración, retiro y dinámica del universo para la energía y el
MASER. 4 - Integración de E en astros nuevos.

E que la órbita, las dinámicas, el retiro y la desintegración del
universo están procediendo de la energía y del MASER,
convirtiéndose en el universo de la estructura aplanada, donde están
los astros ya structuralized y en retiro gradual como él es los
nuestros, mientras que otros deben circular y en la formación a
través de los gases, y otros con tentáculos como grandes galaxias.
COSMOFÍSICA y ASTROFÍSICA.

PRODUCTOR DE SÍ MISMO.

El universo es un sistema vivo y dinámico de la producción y de
estruturação, donde produce su energía apropiada para su
funcionamiento, estruturação y dinámica, siendo que la energía
magnifica a la relación de transformación que va a llevar con su
funcionamiento, y es un sistema de la secuencia, donde la misma
interacción que produce el producto químico de los elementos,
produce los astros para fundirse. E también produce campos, el MASER,
altas temperaturas, dinámica, órbitas, las estructuras de los
astros, y el retiro en el universo. O cualquiera, es un productor de
sí mismo, de su estructura y de su funcionamiento. Así, es una
producción constante de la integración y de la desintegración.

EDAD DEL UNIVERSO.

Con esto, puede ser deducido que el universo no posee un origen
determinado en el tiempo, mucho menos en un cierto lugar del espacio,
y no posee un origen determinado en los estruturação de la sustancia
y de los astros que la componen. Sin embargo, tiene edad infinita, por
lo tanto el espacio denso estaba siempre allí y produciendo la
energía, sustancia, hasta llegar los astros.

FORME DE ESTAR DEL UNIVERSO

De la contracción para el espacio denso. Del retiro para el
MASER. De aglutinação para el material del MASER.

El universo pasa para las secuencias mientras que produce los
elementos químicos en las interacciones de la fusión nuclear en el
centro de los astros, donde produce energía al procesar las
interacciones físicas y producir su estructura de astros, de órbitas
y de la dinámica.

EN el MOVIMIENTO

Si el movimiento relacionado esto con el MASER, las altas
temperaturas, y las interacciones físicas en el interior de los
astros que están desatados en el espacio denso para desarrollar su
dinámica. Pronto está natural y dinámico, y varía el movimiento
como las situaciones de la producción energética donde si encuentra
astro. E si las dinámicas obedecen una secuencia, entonces el
movimiento es dinámica, disforme y variable.

EN El ESPACIO DENSO.

El espacio denso produce la sustancia, mientras que la sustancia
producida produce ya los astros y los elementos químicos van a ser
bastidor en las estrellas secundarias y.

EN la SUSTANCIA

La sustancia es filamentos del espacio denso contraído, de
que va structuralize el universo químico en la sustancia, astros,
elementos, MASER, temperatura alta, y en el universo auto dinámico.

EN el COSMO

El universo es dinámico auto y mientras que produce la
energía las interacciones físicas van a ser procesada, y el MASER
que actúa y que separa la sustancia, los astros están en la
dinámica para la energía y el MASER apropiados, los elementos
químicos se desarrollan y si mejoran, mejorando la sustancia y
structuralizing el universo, el cosmo si los contratos para el espacio
denso, y si ensancha para la acción del MASER, después el universo
son vivos y automóvil dinámicos.

EN el TIEMPO

El tiempo no existe, qué existe es el temporizador de la
memoria marcada para el funcionamiento del cerebro como forma de la
conciencia de eso sucede entre los intervalos de acontecimientos.
Podemos considerar el tiempo secundario como algo, de que que existe
en la función del funcionamiento de la conciencia producida para el
funcionamiento del cerebro. La velocidad del temporizador del hombre
es la velocidad del funcionamiento del cerebro humano.

AL el RETIRO y ENSANCHAR del COSMO.

Así, la dinámica del universo está procediendo del MASER constante,
por lo tanto que el su ensanchar si los hallazgos en la progresión
que disminuye. E los astros había aparecido del aglutinação del
espacio denso, mientras que el MASER y las altas temperaturas
desintegran los astros. Pronto en el futuro y esta parte y período
del entrenamiento del universo donde adentro los encontramos los
astros serán más fríos y menos.

Así, los astros están desatados y libres en el espacio, y no
encarcelados para los campos de las presunciones, donde está de menor
importancia la rotación de las galaxias quién la traducción.
Mientras que la sustancia aparece del espacio denso, donde se producen
los astros, otros se forman en otras puntas del espacio, mientras que
la dinámica es común a todos los astros y no solamente en las
galaxias. Prueba de esto que tenemos en la Sistema Solar. Con esto
vemos que el ensanchar es una producción constante para el MASER, y
no para supuso una gran explosión. Por lo tanto el mismo fenómeno
que produce la traducción, rotación, órbitas, también produce
ensanchar, por lo tanto que el retiro es disminuir gradual, crece
gradualmente, no obstante tiene un porcentaje de la disminución de la
progresión.

El universo tenderá si perder y si diluir en pocos astros, y con poca
energía, mientras que en otras piezas iniciará otros universos con
el material del espacio denso. Los possesss del universo tres formas
básicas de la producción 1 - estructural, de que produce la
sustancia y de la forma, 2-other de la acción que da a la vida la
sustancia, que es las interacciones, la energía y el MASER físicos
en el interior de los astros. 3 - de producción de astros nuevos y de
elementos químicos.

EN la FORMACIÓN y la EDAD del ASTROS De la SISTEMA SOLAR

Se confirma que los asteroides no están perfectamente
alrededor, por lo tanto en su mayoría está haber aplanado poco y
prolongated. Uno confirma que están resultados de tablillas expelidas
del material de un poco de planeta o del sol, siendo inteiriça de las
masas y producidos de un momento solo, mientras que los planetas y los
satélites son astros redondos, donde si confirma que tenía una
formación lenta de solapar de los componentes de sus escuelas
primarias expelidas para los MASER. Esto si confirma que los
esféricos habían tomado más tiempo para formarse, y confirma la
teoría visualizada aquí.

Tercera parte.

COSMOFÍSICA DE INTERACCIONES Y DE LA ENERGÍA.

El universo no podría aparecer de una bola de la energía o de la
sustancia a soplar para arriba, por lo tanto aparecería a la
pregunta, de donde esta bola apareció de sustancia, y de cuánto hora
era allí antes de la explosión, y qué lo formó.

Vemos que la producción de la sustancia y de la energía es un
proceso constante de la fusión nuclear, de la evolución de elementos
químicos y de estruturação de astros y de las galaxias nuevos en el
espacio y otros fenómenos constantes que forman nuestro universo
lento. Pronto, el universo está sin comenzar y extremo, en el tiempo,
el espacio, el materialization y producción.

La fase de la astrofísica y del cosmofísica, eso está de la
producción de la energía, MASER y de la desintegración para el
MASER y de la integración del material con poca temperatura en el
espacio, y donde habían aparecido los astros periféricos.

Si el universo hubiera aparecido de una gran explosión que la
sustancia existiría ya antes del universo, y de ésta no y posible de
ser, qué vemos en la verdad es que la sustancia es parte de un
proceso lento, pues la formación de los elementos químicos es lenta,
pues es lento y constante la formación de los astros y del universo
apropiado.

Una de las pruebas poderosas de la formación lenta del universo y de
su principio de es para el interior si se cierra en sí mismo hasta
materialización, y eso los astros se constituye de capas con greaters
y densidades de los menores de edad, de algunas capas unas en las
otras, y de refrescarse gradual hasta el interior de los astros.
Pronto, el universo no aparecería de una punta, del interior para es.
ESTRUCTURAS EN CAPAS.

Así, el universo para ser un proceso lento, y de está para interior
y se hace de capas, de evidencias en la rotación y de la dinámica de
los anillos de Saturno, como también en la estructura del átomo, y
en la estructura de la pista del planeta, o igual en la atmósfera de
la pista y del Júpiter. La sustancia y el universo se hacen de están
para el interior para el espacio denso, y los astros también para el
material del MASER.

Una gran explosión no daría comenzar al universo, por lo tanto era
sí mismo el caso existiría ya antes de la explosión, y encima qué
él produciría la estructura y la energía para soplar.

Los elementos químicos también pesados son productos de un proceso
lento de la formación.

FASES - ALGUNOS UNIVERSOS.

Tiene algunos universos. De la burbuja del espacio denso, de la
energía del espacio denso, y de la sustancia libre en el espacio, y
del estruturalizada de la sustancia en astros y las temperaturas del
MASER y altas.

Los campos, los átomos, los astros y el cosmo apropiado en su
totalidad son determinados por la energía y la intensidad de las
interacciones físicas donde satisfacen como también las órbitas,
dinámicas de los astros y de los átomos. Exactamente la evolución
de los elementos químicos y la evolución de la sustancia y los
astros y el cosmo en su totalidad se resulta de la intensidad de las
interacciones y de la producción físicas de la energía.

Las estrellas brillan gracias a la fusión nuclear espontánea en sus
memorias, donde los elementos ligeros se transforman en los elementos
químicos pesados.

Vemos en el universo que mientras que las estrellas disminuyen
florecen otros todo esto si da en un proceso lento de la creación y
del hashing en nuevos elementos y astros nuevos.

Con este cosmo si se convierte el infinito en su origen y en la
producción, vemos que tiene algunos tipos de universos más viejos
unos, otros nuevos y otros diversos, que es creada por un dios
tranquilo, construyendo el cosmos, los seres y las almas para el
bueno.

SÚPLICA de la EXTENSIÓN.

Qué da un aspecto para tener una extensión inmensa es la traducción
y la rotación de las galaxias, en la verdad la traducción es inmenso
más grande que el retiro entre los astros.

Si los astros fueran si separaron straight-line para la oferta de la
edad hasta desde el universo, todos los astros serían tan distantes
aquí que sea imposible ver ni el sol, más es el rojo del efecto de
Doppler. Uno concluye que el universo no está en la extensión, pero
sí en la traducción y la rotación, y mil millones de un retiro del
mínimo de pocas épocas de esa cualquier traducción.

Todas las galaxias son si se abren como girasol, o cualquiera, si se
mueven lejos desde su centro, y en la traducción y la rotación por
lo tanto esa tenemos una noción de una extensión inmensa, sin
embargo que sea un aspecto del efecto de la traducción y de la
rotación de las galaxias, por lo tanto el contrario serían la
infinitamente distante del otra, siendo imposibles colocar su misma
posición o cualquier forma de luz, aunque del sol. Una época que
origen de los possesss y producción infinitos de la constante.

Por lo tanto tenemos noción de eso que todos son si el distanciando
del sol, por lo tanto con el efecto Doppler de la rotación y de la
traducción para el rojo se coloca con intensidad grande, y eso da a
aspecto de eso el sol está en el centro del universo, por lo tanto el
movimiento es translacional y rotatorio de el del retiro.

Si la extensión fuera producto de una gran explosión las galaxias
infinitamente distantes y serían parqueadas ya en el espacio. Así,
para ser posible detectar el aspecto de las galaxias y de su
dinámica, las evidencias que el universo no originó de una gran
explosión y ni la extensión supuesta es producto de una gran
explosión, entonces el universo es infinitamente viejo, y su
extensión supuesta es origen y producto de su MASER, y es frenada por
el espacio denso. E se ha ido de ésa que detectamos pues la
extensión es el aspecto de la traducción y de la rotación de las
galaxias.

Con la época para la formación de la sustancia, con la época de la
evolución de los elementos químicos, la formación de los astros,
esferficação de la estructura externa de los astros, si vea que el
universo es infinitamente viejo, entonces si la extensión supuesta se
relaciona con supusiera que una gran explosión no daría para
detectar la existencia de las galaxias en el espacio, por lo tanto
serían infinitamente distantes.

Como también, de donde la sustancia aparecería producir una gran
explosión.

El origen de la sustancia para el espacio denso, de la evolución de
los elementos químicos, de la formación y de esferificação casi
que perfeccionan de los astros, de las capas de la atmósfera y de la
estructura de los astros y de la existencia de las galaxias él
confirma la teoría del origen del universo para el espacio denso, de
la producción del universo para las interacciones físicas y de la
fusión. E la dinámica para la energía, el impulso para el MASER y
las interacciones físicas, como también el freno cósmico de la
dinámica de los astros para el espacio denso. Así, el universo no
fue producido en un momento solo en una gran explosión y también no
satisface en la extensión, sino sí en un retiro mínimo e
insignificante, mil millones de pocas épocas de esa ninguna velocidad
de la traducción y es fácil visualizar.

Si el planeta Neptuno tiene tantos kilómetros de retiro del sol y del
él se convirtió hoy hasta cuántas restauraciones no actualizadas
alrededor del sol y con esa velocidad. Este cálculo sirve para
cualquier astro.

CÁLCULO DEL RETIRO DEL UNIVERSO.

Retiro en el kilómetro del school/number elemental de restauraciones
no actualizadas en la escuela primaria * arco del distancia en el
kilómetro de la traducción = el valor del acercamiento de un astro
del retiro desde el principio de su formación.

Ejemplo.

El rayo del sol hasta que la pista tiene 150.000.000 de kilómetro,
siendo que la circulo en la restauración no actualizada él tiene 3.5
veces aproximadamente este rayo, y que la pista ya dio a 1.000.000 de
restauraciones no actualizadas más que, o cualquiera, de calcular el
retiro de la pista, tiene eso
Ou seja, o afastamento da Terra é menor do que 1metro por ano, enquanto o planeta desenvolve um percurso de translação de mais de 750.000.000 km por ano.

Não foi levado em conta aqui o tempo para a esferificação do planeta.

Com isto se conclui que o alargamento é insignificante em termos observacionais, porém este afastamento é fundamental. Pois enquanto um planeta se afasta, vai dando lugar a outro para ser produzido, é como uma produção organizada, e que ao se afastar do Sol ele vai processando a sua energia e esfriando, dando condições para que a matéria evolua e a vida possa brotar e ter um corpo vivo de matéria evoluída.

E que a aparência para o vermelho é resultado da translação e rotação, pois o afastamento é insignificante. Logo, o universo se encontra num mínimo afastamento imperceptível e não em expansão, pois se o que é observado fosse uma expansão os astros estariam tão distantes uns dos outros que da Terra não daria para ver o Sol, nem de telescópico. Assim, lhes proponho uma outra teoria, que é a do universo fluxonário estruturante.

Com isso se conclui que não existe uma expansão, mas sim um afastamento mínimo, quase insignificante. Porém fundamental para os processos de energia do astro e de todo sistema em que ele faz parte, e o que dá a aparência ao vermelho no efeito Doppler é o deslocamento da translação dos astros e a rotação das galáxias no espaço.

Isso serve para todos os sistemas de universo na forma de matéria e energia.

COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE É POSSÍVEL PROVAR

1- a progressão das distancias entre os planetas, em que os mais distantes o afastamento sempre aumenta e é maior.

2- E, por que Júpiter é mais de 100 vezes maior que a Terra.

3- Por que Plutão é o primeiro planeta e está a mais de 75 vezes mais distantes do que a Terra em relação ao Sol.

4-Por que Saturno e Júpiter possuem mais de 10 satélites enquanto os dois mais próximos não possuem satélites. E por que o numero de satélite aumenta conforme o diâmetro do planeta.

5- Por que Júpiter possui uma rotação mais de 100 vezes maior que Mercúrio.

6- por que os maiores astros, como estrelas, planetas e satélites são esféricos.

PROVA.

Constatação de que os astros esfriam e mesmo em relação aos planetas que quanto mais distantes do Sol são mais velhos, com mais energia já processada e gasta e são mais frios.

Os planetas se formaram de dentro para fora, por camadas de energia e matéria expelidas do Sol, sendo aglutinadas para formar os planetas e satélites, isso se confirma na aparência da atmosfera de Saturno e Júpiter, as camadas que forma a terra e a esferificação.

TEMPO DE VIDA DO UNIVERSO.
Com o exposto acima o universo é infinito na sua origem e sem fim, no espaço e no processamento.

SOBRE A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS E SUA DINÂMICA.

FILAMENTOS DE ATMOSFERA E ESFERIFICAÇÃO.

Aparentemente, há alguma coisa colorida na atmosfera de Júpiter, e essa atmosfera se espirala de tal forma que as substancias coloridas se concentram amplamente em certas latitudes e se espalham para formar os cinturões. Por isso ocorre em certas latitudes e em outras, não se pode dizer - ainda nos é difícil explicar a circulação da atmosfera terrestre, e no momento não temos esperança dos intricados detalhes da atmosfera de Júpiter.
Se fosse apenas uma questão de rotação, poderíamos esperar que os cinturões de Júpiter fossem perfeitamente retos e uniformes, eles não o são. Há sempre pequenas saliências, reentrâncias, e manchas aparecendo de um momento para outro, expandindo-se, contraindo-se, escurecendo, clareando. Talvez seja resultado de tempestades jupterianas, suficientemente violentas para alterar a circulação normal da atmosfera, que produz os cinturões, seguindo cursos ditados não somente pela rotação do planeta, mas também por irregularidade da superfície sólida situada abaixo, ou radiação e atividades tectônicas.
Nos anéis de Saturno também há estas irregularidades e uma rotação mínima, e no satélite Amaltéia se constata que ele acompanha com sua translação a rotação de Júpiter, como um filho próximo da mãe.

Isso só nos vem confirmar o exposto até aqui, que os satélites se originam de filamentos de gases da atmosfera dos planetas, e que a translação se origina juntamente com a origem do próprio satélite, ou mesmo pode-se dizer que eles antes mesmo de ser um astro já se encontram em dinâmica.

A rotação do primário espirala e condensa próximo do equador a atmosfera, aonde deste espiralamento de gases vai formar novos astros, que estes gases já se encontram em dinâmica translacional e variação e densidade na sua forma e estrutura.

O gás que formam um cinturão espiralado se processa e locomove para um só ponto próximo do equador, por dois motivos, magnetismo do astro e centrifuga de rotação, onde vai começar a dar inicio a uma esfera, que é o processo de esferificação que se tornará em astro. Ao se formar ele se distanciará dando condição a outros sucessivos que virão a se estruturar.

Assim, os caminhos são,

1-Formação da atmosfera pela radiação, e deslocamento desta atmosfera sobre o astro pela própria ação da radiação.

2-Espiralamento da atmosfera pela rotação do astro e deslocamento da atmosfera, que se desloca próximo ao equador.

3-Esferificação desta atmosfera espiralada com translação.

4-A esfera além da translação e afastamento que já possuía, passa também a se distanciar do primário que o formou. E o processo continua, enquanto o astro se afasta e translada, também passa a produzir a sua rotação.

Por isso que quantidade de translação, afastamento e rotação dependem de toda energia em processamento do astro, que vai produzir toda radiação do astro no espaço. E por isso que ao envelhecer toda dinâmica tende a diminuir, pois já gastou quase tudo que podia.

DINÂMICA LIVRE, PRÓPRIA E DECRESCENTE PELA ENERGIA.

Confirma-se que a dinâmica é própria do astro e proporcional a sua energia, e que os astros estão livres no espaço, e esta liberdade e radiação fazem com que eles se afastam de seus primários. Logo, se eles se afastam por radiação não podem ser atraídos.

CONCLUSÃO.

COSMOFÍSICA.

Considerações.

Provas de que o universo são processos de estruturação infinita.

O que prova que o universo se estrutura por um processo lento é através da esferificação dos astros e que a terra ser formada de núcleo e camadas, pois prova que os astros são formados de sobreposição de materiais pequenos que foram expelidos por outros. Pois se o universo fosse produzido num só momento por uma grande explosão a terra seria formada por um bloco inteiriço.
Com a esferificação e camadas se prova que o universo é bilhões de vezes mais velhas do que se pensa hoje.

E se é infinitamente velho e considerando a velocidade e a aparência para o vermelho observada, com isto se conclui que não veríamos o sol e nenhuma estrela no espaço, pois o tempo que se encontra em velocidade elas estariam infinitamente distantes, e não seria capaz de observar nenhum astro no espaço.

Considerações sobre uma teoria da cosmologia e astronomia.

Uma teoria da cosmologia e astronomia deve se fundamentar no universo geral, da origem da matéria, das partículas, origem dos elementos químicos e sua estruturação, processamento, e evolução, fusão nuclear dos astros, radiação, temperatura, estruturação e estrutura dos astros, o universo como um sistema em evolução na sua constituição macro, geral e micro.

O que é o universo.
É espaço denso, matéria densificada, processos e estrutura, fluxos e evolução, sem inicio e fim.

A estrutura do espaço denso.
Como os gases que são leves, invisíveis e flutuam o espaço denso é milhões de vezes menos densificado.

Hipótese falsa da grande explosão.
Tudo antes de explodir primeiro tem que ser formado de algum elemento, ou alguma estrutura de matéria ou espaço denso, logo é falsa a hipótese da grande explosão.

Sobre o tempo cosmológico.

O tempo cosmológico é o tempo que representa a energia e processamento num sistema de astros.

Cosmofísica.

Universo de processos ínfimos.

O que componhe e determina o cosmo na sua estrutura são os seus processos físicos, produção de partículas e elementos químicos e sua evolução, nos núcleos onde as fusões estelares acontecem, ou seja, o universo micro determina o macro e o geral, um sistema de galáxias só vai se abrir conforma a intensidade de processos físicos que são produzidos no sistema. Ele terá luzes e formas e fluxos, componentes químicos, fusões conforme o processamento físico geral.

Da multiplicidade do universo.

O universo é múltiplo, ou seja, são vários em vários estágios de origem, processamento, estruturação, fluxo e desintegração.
Ele tem origem pela densidade do espaço que forma a matéria, depois a energia e durante o processo forma os elementos químicos e os astros.

Do fluxo do universo.

O universo se estrutura de fora para dentro [ por integração do espaço denso] depois de dentro para fora [ por desintegração da matéria ] pelos processos e fusões da matéria e nos núcleos dos astros.
Volta a se reintegrar formando astros menores e com menos energia, depois se desintegra em radiação, e se reintegra em astro, e o fluxo e processos continua até a matéria se tornar difusa e com pouca energia.

Como exemplo se tem do espaço denso e a matéria, da matéria ao astro, a estrela que produz radiação, que vai produzir planetas, que vai produzir radiação e atmosfera, que vai produzir radiação, anéis e satélites, e o fluxo e processos estruturantes e desistruturantes continua infinitamente até a matéria difusa.

Onde leva a matéria evoluir e produzir os elementos químicos. Assim o universo é infinito e sem forma determinada.
Assim, o universo se encontra em contração e alargamento interno, mas não em expansão e sim em afastamento ínfimo, se encontra em translação e rotação, estruturação, fluxos e evolução de seus componentes.
Enquanto uns começam a sua origem, outros se encontram em fluxos e processos, enquanto outros já se encontram na fase final que é em matéria difusa.

Cosmofísica nuclear.
Fusões nucleares.

As fusões nucleares das estrelas mantém por um bom tempo a temperatura dos astros, com isto faz com que o universo se processa lentamente, e possa manter o seu fluxo e evolução da matéria e elementos químicos e ajuda a transforma elementos leves em pesados, e vai produzir a energia e dinâmica dos astros, por isto que os secundários mais distantes possuem menos dinâmica e as órbitas são mais irregulares. Ou seja, satélites de planetas, planetas de estrelas.

Assim, o universo e seu fluxo e estruturação se deve a sua produção de energia, como também a evolução dos elementos e a dinâmica dos astros.

A produção de energia vai determinar também as camadas e esferificação dos astros.
Universo não expansionista e não estacionário.
Assim se confirma que o universo se encontra em afastamento ínfimo e não em expansão, e não se encontra estacionado pois possui rotação, translação, fluxos, evolução e outros fenômenos.

Evolutivo.
Encontra-se em evolução na sua estrutura micro e macro, dos elementos aos astros. E se eterniza como matéria com densidade difusa
.
Não é curvo e nem reto.
Observação.
A teoria da energeticidade e radiação que trata da astronomia será apresentada em outro texto. Com mais de cento e dez fórmulas provando as duas teorias, pois uso diâmetro, radiação, temperatura, rotação e velocidade equatorial. E não uso distancia massa ou gravitação.

Comentario de ancelmo
Realizado el Viernes, 3 de Octubre del 2008 a las 5:30 pm -
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teoria del cosmofisica - teoria di graceliana di autocosmo.
teoria del cosmofisica - teoria di graceliana di autocosmo.
primeiro a produzir uma teoria completa da cosmofisica.
Autore - Ancelmo Graceli Luiz.

Ancelmoluizgraceli@hotmail.com Telefono. 27- 32167566 via Itabira, nº 5, insieme di Itapemirim, Rosa del Penha, di Cariacica, di -269, del brasiliano di E.S. cep.29143, del professore, della graduazione in filosofia e del ricercatore teorico. ASTRONOMIA pubblicata dei libri e MONDO delle INTERAZIONI FISICHE.

Collaboratore - Marcio Piter Rangel.

Lavoro presentato lo spirito Brasile San della sezione. E la società brasiliana di fisica. L’introduzione ha pubblicato nel WEB per il fattore del Brasile del vestibolo - Manica il profilo. Nel giorno 30.01.2008. Se altre teorie con gli assestamenti e voi formulano avesse avuto accettazione, perchè queste non ha? Di conseguenza, confermarlo esso possesss tutti gli assestamenti e tutte le forme dei calcoli e di quello la realtà ed il commento fino a oggi raggiunto con. Con più di cento dieci formule, le forme più varie di se calcolando un stesso fenomeno, con più di duecento assestamenti in tutte le zone di fisica moderna. Inoltre, con le nuove previsioni all’interno di cosmology e di astronomia.

Ha presentato lo scomparto di formazione dello SBFISICA. Soced. Reggiseni. de Física. Giornale brasiliano di fisica - SBFISICA

COSMOFÍSICA ed ASTROFISICA.

PRODUTTORE DI SE.

L’universo è un sistema vivo e dinamico di produzione e di estruturação, dove produce la relativa energia adeguata per il relativi funzionamento, estruturação e dynamics, che sono stato che l’energia ingrandisce al rapporto che va realizzare il relativo funzionamento ed è un sistema del flusso, in cui la stessa interazione che produce il prodotto chimico degli elementi, produce i astros per fondere. La E egualmente produce i campi, il Maser, le alte temperature, il dynamics, le orbite, le strutture dei astros e la rimozione nell’universo. O uno, è un produttore di se, della relativa struttura e del relativo funzionamento. Quindi, è una produzione costante di integrazione e della disintegrazione.

ETÀ DELL’UNIVERSO.

Con questo, può essere dedotto che l’universo non possiede un’origine determinata nel tempo, molto di meno in un certo posto dello spazio e non possieda un’origine determinata nei estruturação della sostanza e dei astros che la compongono. Tuttavia, ha età infinita, quindi lo spazio denso era sempre là e producendo l’energia, sostanza, fino ad arrivare i astros.

FORMI DI ESSERE DELL’UNIVERSO

Della contrazione per lo spazio denso. Di rimozione per il Maser. Di aglutinação per il materiale del Maser.

L’universo passa per i flussi mentre produce gli elementi chimici nelle interazioni di fusione nucleare nel centro dei astros, dove produce l’energia quando elaborano le interazioni fisiche e produrre la relativa struttura dei astros, delle orbite e del dynamics.

Sul MOVIMENTO

Se il movimento relativo questo con il Maser, le alte temperature e le interazioni fisiche nell’interno dei astros che sono sciolti nello spazio denso per sviluppare il relativo dynamics. Presto il movimento sarà naturale e dinamico e varia come le situazioni di produzione di energia dove se trova il astro. La E se i dynamics obbediscono un flusso, allora il movimento è dinamica, disforme e variabile.

Sullo SPAZIO DENSO.

Lo spazio denso produce la sostanza, mentre la sostanza prodotta già produce i astros e gli elementi chimici vanno essere pezzo fuso nelle stelle secondarie e. Sulla SOSTANZA

La sostanza è filamenti dello spazio denso contratto, quello va structuralize l’universo chimico in sostanza, i astros, gli elementi, il Maser, temperatura elevata e nell’universo automatico dinamico.

Sul COSMO

L’universo è dinamico automatico e mentre produce l’energia le interazioni fisiche vanno essere elaborate ed il Maser che si comporta e che sparge la sostanza, i astros sono nel dynamics per l’energia ed il Maser adeguati, gli elementi chimici si evolvono e se migliorano, migliorando la sostanza e structuralizing l’universo, il cosmo se contratti per lo spazio denso e se si allarga per l’azione del Maser, quindi l’universo è vivi ed automobile dinamici.

Sul TEMPO

Il tempo non esiste, che cosa esiste è il temporizzatore della memoria contrassegnata per il funzionamento del cervello come forma di coscienza di quella accade fra gli intervalli degli eventi. Possiamo considerare il tempo secondario come qualcosa, quella che esiste in funzione del funzionamento della coscienza prodotta per il funzionamento del cervello. La velocità del temporizzatore dell’uomo è la velocità di funzionamento del cervello umano.

Sulla RIMOZIONE e sull’ALLARGAMENTO del COSMO.

Quindi, il dynamics dell’universo sta continuando dal Maser costante, quindi che il relativo allargamento se ritrovamenti nella progressione di diminuzione. La E i astros era comparso del aglutinação dello spazio denso, mentre il Maser e le alte temperature disintegrano i astros. Presto in avvenire e questi parte e periodo di addestramento dell’universo in cui dentro le troviamo i astros saranno più freddi e di meno.

Quindi, i astros sono sciolti e liberi nello spazio e non incarcerati per i campi di presunzioni, in cui la rotazione delle galassie è secondaria chi la traduzione. Mentre la sostanza compare dello spazio denso, in cui i astros sono prodotti, altri sono formati in altri punti dello spazio, mentre il dynamics è comune a tutti i astros e non soltanto nelle galassie. Prova di questo che abbiamo nel sistema solare. Con questo vediamo che l’allargamento è una produzione costante per il Maser e non per ha supposto un’esplosione grande. Di conseguenza lo stesso fenomeno che produce la traduzione, la rotazione, orbite, egualmente produce l’allargamento, quindi che la rimozione è fare diminuire graduale, si sviluppa gradualmente, comunque ha una percentuale di diminuzione nella progressione.

L’universo tenderà se sprecare e se diluire in pochi astros e con poca energia, mentre in altre parti inizierà altri universi con il materiale dello spazio denso. I possesss dell’universo tre forme di base di produzione 1 - strutturale, quello produce la sostanza e della forma, 2-other di azione che dà a vita la sostanza, che è le interazioni, l’energia ed il Maser fisici nell’interno dei astros. 3 - di produzione di nuovi astros e degli elementi chimici.

Sulla FORMAZIONE e sull’ETÀ del ASTROS Del SISTEMA SOLARE

È confermato che gli asteroidi non sono perfettamente in tondo, quindi nella relativa maggioranza è poco appiattita e prolongated. Uno conferma che sono risultati dei ridurre in pani espulsi di materiale di un certo pianeta o del sole, essendo inteiriça delle masse e sono prodotti di un momento solo, mentre i pianeti ed i satelliti sono astros rotondi, dove se conferma che ha avuto una formazione lenta di sovrapposizione dei componenti delle relative scuole elementari espulse per i Maser. Ciò se conferma che quei sferici avevano occorr più tempo formarsi e conferma la teoria visualizzata qui.

Terza parte.

COSMOFÍSICA DELLE INTERAZIONI E DELL’ENERGIA.

L’universo non potrebbe comparire di una sfera di energia o della sostanza da scoppiare, quindi comparirebbe alla domanda, di dove questa sfera è comparso della sostanza e del quanto tempo era là prima dell’esplosione e che cosa lo ha formato.

Vediamo che la produzione della sostanza e dell’energia è un processo costante di fusione nucleare, di sviluppo degli elementi chimici e di estruturação di nuovi astros e galassie nello spazio ed in altri fenomeni costanti che formano il nostro universo lento. Presto, l’universo è senza cominciare ed estremità, nel tempo, lo spazio, il materialization e produzione.

La fase dell’astrofisica e del cosmofísica, quello è della produzione di energia, Maser e della disintegrazione per il Maser e dell’integrazione di materiale con poca temperatura nello spazio e dove i astros periferici erano comparso.

Se l’universo fosse comparso di un’esplosione che grande la sostanza già esisterebbe prima dell’universo e di questa non e possibile di essere, che cosa vediamo nella verità è che la sostanza fa parte di un processo lento, poichè la formazione degli elementi chimici è lenta, poichè è lento e costante la formazione dei astros e dell’universo adeguato.

Una delle prove valide della formazione lenta dell’universo e del relativo inizio di è per la parte interna se chiudendosi su se fino a essere attuata e quella i astros è costituita degli strati con i greaters e le densità dei minori, di alcuni strati un d’altro canto e di un raffreddamento graduale fino all’interno dei astros. Presto, l’universo non comparirebbe di un punto, della parte interna per è. STRUTTURE NEGLI STRATI.

Quindi, l’universo per essere un processo lento e di è per interno ed è fatto degli strati, delle prove nella rotazione e del dynamics degli anelli del Saturno, come anche nella struttura dell’atomo e nella struttura della terra del pianeta, o in stesse nell’atmosfera della terra e del Jupiter. La sostanza e l’universo sono fatti di sono per la parte interna per lo spazio denso ed i astros egualmente per il materiale del Maser.

Un’esplosione grande non dare l’inizio all’universo, quindi era in se il caso già esisterebbe prima dell’esplosione e che cosa produrrebbe la struttura e l’energia per fare scoppiare.

Gli elementi chimici anche pesati sono prodotti di un processo lento di formazione.

FASI - ALCUNI UNIVERSI.

Ha alcuni universi. Della bolla di spazio denso, di energia di spazio denso e della sostanza libera nello spazio e del estruturalizadadella sostanza in astros e nelle temperature massime e del Maser.

I campi, gli atomi, i astros ed il cosmo adeguato nell’insieme sono determinati dall’energia e dall’intensità delle interazioni fisiche dove vengono a contatto di come egualmente le orbite, dinamiche dei astros e degli atomi. Esattamente lo sviluppo degli elementi chimici e lo sviluppo della sostanza ed i astros ed il cosmo nell’insieme è risultato dell’intensità delle interazioni e della produzione fisiche di energia.

Le stelle lucidano grazie alla fusione nucleare spontanea nei relativi nuclei, dove gli elementi chiari sono trasformati negli elementi chimici pesati.

Vediamo nell’universo che mentre le stelle diminuono altri sbocciano tutto questo se dà in un processo lento della creazione e dell’indirizzamento casuale nei nuovi elementi ed in nuovi astros.

Con questo cosmo se diventa l’infinito nella relativa origine e nella produzione, vediamo che ha alcuni tipi di più vecchi universi un, altri nuovi ed altri differenti, che è creata da un dio calmo, costruente l’universo, gli esseri e le anime per il buon.

RICHIESTA dell’ESPANSIONE.

Dà un’apparenza per che cosa un’espansione immensa è la traduzione e la rotazione delle galassie, nella verità la traduzione è immenso più grande che la rimozione fra i astros.

Se i astros fossero se allontanando straight-line per la proposta di età fino dall’universo, tutti i astros sarebbero così distanti qui che sia impossible vedere né il sole, più il colore rosso di effetto di doppler. Si conclude che l’universo non è nell’espansione, ma sì nella traduzione e nella rotazione e nei miliardi di rimozione di minimo di pochi periodi di quella tutta la traduzione.

Tutte le galassie sono se aprendosi come girasole, o uno, se muovendosi via dal relativo centro e nella traduzione e nella rotazione quindi quelle abbiamo una nozione di un’espansione immensa, tuttavia che è un’apparenza dell’effetto della traduzione e della rotazione delle galassie, quindi dell’opposto sarebbero quella infinitamente distante degli altre, essendo impossibli daregistrare la relativa stessa posizione o tutta la forma di luce, anche se del sole. Un periodo che origine dei possesss e produzione infinite di costante.

Di conseguenza abbiamo nozione di quello che tutti sono se il distanciando del sole, quindi con effetto Doppler di traduzione e di rotazione per colore rosso è registrato con intensità grande e quello dà ad un’apparenza di quello il sole è nel centro dell’universo, quindi il movimento è translacional e di rotazione di quello di rimozione.

Se l’espansione fosse prodotto di un’esplosione grande le galassie infinitamente distanti e già sarebbero parcheggiate nello spazio. Quindi, per essere possibile rilevare l’apparenza delle galassie e del relativo dynamics, prove che l’universo non ha provenuto da un’esplosione grande e né l’espansione presunta è prodotto di un’esplosione grande, allora l’universo è infinitamente vecchia e la relativa espansione presunta è origine e prodotto del relativo Maser ed è frenata dallo spazio denso. La E ha andato di quella che rileviamo poichè l’espansione è l’apparenza della traduzione e della rotazione delle galassie.

Con il momento per la formazione della sostanza, con il periodo dello sviluppo degli elementi chimici, formazione dei astros, esferficação della struttura esterna dei astros, se veda che l’universo è infinitamente vecchio, allora se l’espansione presunta è collegata con supponesse che un’esplosione grande non dare per rilevare l’esistenza delle galassie nello spazio, quindi sarebbero infinitamente distanti.

Come anche, di dove la sostanza sembrerebbe produrre un’esplosione grande.

L’origine della sostanza per lo spazio denso, dello sviluppo degli elementi chimici, della formazione e di esferificação quasi che perfezionano dei astros, degli strati di atmosfera e della struttura dei astros e dell’esistenza delle galassie esso conferma la teoriadell’origine dell’universo per lo spazio denso, della produzione dell’universo per le interazioni fisiche e di fusione. E il dynamics per l’energia, l’impulso per il Maser e le interazioni fisiche, come anche il freno cosmico del dynamics dei astros per lo spazio denso. Quindi, l’universo non è stato prodotto ad un momento solo in un’esplosione grande ed egualmente non viene a contatto di nell’espansione, ma sì in una rimozione minima ed insignificante, miliardi di pochi periodi di quella alcuna velocità della traduzione ed è facile da visualizzare.

Se il pianeta Nettuno ha altretanti chilometri di rimozione del sole e dell’esso si è sviluppato oggi fino a quanti rollbacks intorno al sole e con quella velocità. Questo calcolo serve per tutto il astro.

CALCOLO DI RIMOZIONE DELL’UNIVERSO.

Rimozione nel chilometro dello school/number elementare dei rollbacks sulla scuola elementare * arco di distancia nel chilometro della traduzione = il valore di metodo di un astro di rimozione dall’inizio della relativa formazione.

Esempio.

Il raggio del sole fino a che la terra non abbia 150.000.000 del chilometro, essendo che la faccio circolare nel rollback esso ha 3.5 volte approssimativamente questo raggio e che la terra già ha dato a 1.000.000 dei rollbacks più di, o uno, calcolare la rimozione della terra, ha quello Satellite di Amaltéia se prove che esso folloies con la relativa traduzione la rotazione del Jupiter, come figlio vicino alla madre.

Ciò dentro viene soltanto confermarla quello visualizzato fino a qui, quello i satelliti se provenga dai filamenti dei gas dell’atmosfera dei pianeti e che la traduzione se inizia insieme all’origine del satellite adeguato, o stesse può dirsi che prima di esattamente di essere un raduno di astro già nel dynamics.

La rotazione del espirala della scuola elementare e condensa vicino all’Equatore l’atmosfera, in cui di questo espiralamento dei gas va formare i nuovi astros, di che questi gas già vengono a contatto nel dynamics di translacional e variazione e densità nella relativa forma e strutturano.

Il gas che forma una spirale cinturão se processi e movimenti per un punto solo vicino all’Equatore, per due motivi, magnetismo del astro ed il centrifuga di rotazione, dove va cominciare dare l’inizio ad una sfera, che è il processo di esferificação che diventerà in astro. Se formandolo sarà distanciará che dà a circostanza altri successivi che verranno se structuralize.

Quindi, i percorsi sono,

1-Formação dell’atmosfera per il Maser e lo spostamento di questo atmosfera sul astro per l’azione adeguata del Maser.

2-Espiralamento dell’atmosfera per la rotazione del astro e dello spostamento dell’atmosfera, quello se si sloga vicino all’Equatore.

3-Esferificação di questo atmosfera a spirale con la traduzione.

sfera 4-A oltre la traduzione e la rimozione che già il possuía, egualmente passa se a distanciar della scuola elementare che lo ha formato. E che il processo continua, mentre astro se gli allontan ed il translada, egualmente comincia produrre la relativa rotazione.

Di conseguenza quella quantità di traduzione, la rimozione e la rotazione dipendono da tutta l’energia nell’elaborare del astro, che va produrre tutto il Maser del astro nello spazio. La E quindi che quando invecchia tutto il dynamics tende a diminuire, quindi già speso quasi tutto che potrebbe.

DYNAMICS LIBERO, ADEGUATO e DIMINUENDO per l’ENERGIA.

Uno conferma che il dynamics è adeguato del astro e proporzionale la relativa energia e che i astros sono liberi nello spazio e questi libertà e Maser fa con quello che allontanano essi stessi dalle relative scuole elementari. Presto, se allontanano essi stessi per il Maser non può essere attratto.

CONCLUSIONE.

COSMOFÍSICA.

Considerações.

Le prove di quella l’universo è processi di estruturação infinito.

Che prova che l’universo se la struttura per un processo lento è con il esferificação dei astros e che la terra da formare del nucleo e degli strati, quindi prova che i astros sono formati di sovrapposizione dei materiali piccoli che erano stati espulsi da altri. Di conseguenza se l’universo fosse prodotto ad un momento per un’esplosione grande la terra da solo sarebbe costituita da un ridurre in pani di inteiriço. Con il esferificação e gli strati se prova che l’universo è miliardi di più vecchi periodi di quello che se pensa oggi.

E se è infinitamente vecchio e considerante la velocità e l’apparenza per il colore rosso osservato, con questa se conclude che non vedremmo il sole e stella nello spazio, quindi il tempo che se i ritrovamenti nella velocità fossero infinitamente distanti e non fossero capaci non ne osservare astro nello spazio.

Considerações su una teoria di cosmology e di astronomia.

Una teoria di cosmology ed astronomia deve essere basata sull’universo generale, dell’origine della sostanza, delle particelle, origine degli elementi chimici ed il relativo estruturação, elaborare e sviluppo, fusione nucleare dei astros, Maser, temperatura, estruturação e struttura dei astros, l’universo come sistema nello sviluppo nella relativa macro di costituzione, generalità e micron.

Che cosa è l’universo. È spazio, sostanza di densificada, processi e struttura, flussi e sviluppo densi, senza cominciare ed estremità.

La struttura dello spazio denso. Come i gas che sono luce, invisibile e faccia galleggiare lo spazio denso è milioni di periodi meno densificado.

Ipotesi falsa dell’esplosione grande. Tutto prima di scoppiare in primo luogo ha quello da formare di un certo elemento, o una certa struttura della sostanza o dello spazio denso, allora l’ipotesi dell’esplosione grande è falsa.

Sul tempo cosmologico.

Il tempo cosmologico è il tempo che rappresenta l’energia ed elaborare in un sistema dei astros.

Cosmofísica.

Universo dei processi più lowermost.

Che componhe e determina il cosmo in relativa struttura è i relativi processi fisici,

la produzione delle particelle ed elementi chimici ed il relativo sviluppo, nei nuclei dove i estelares di fusione accade, o una, il micron dell’universo determina la macro e la generalità, un sistema delle galassie da solo va confidare è conforme l’intensità dei processi fisici che sono prodotti nel sistema. Avrà luci e forme e flussi chimici, componenti, fondenti nell’accordo elaborare fisico generale.

Della molteplicità dell’universo.

L’universo è multiplo, o uno, è vari in determinati periodi di addestramento dell’origine, elaborare, di estruturação, del flusso e della disintegrazione. Ha origine per la densità dello spazio che forma la sostanza, successivamente l’energia e durante il processo forma gli elementi chimici ed i astros.

Del flusso dell’universo.

L’universo se la struttura di è dopo per la parte interna [ per integrazione dello spazio denso ] all’interno per è [ per disintegrazione della sostanza ] per i processi e la fusione della sostanza e nei nuclei dei astros. Ritorna se a reintegrate che forma i minori di astros e con poca energia, più successivamente se si disintegra in Maser e se esso reintegrates in astro ed il flusso ed i processi che continua fino alla sostanza se a diventare diffuso e con poca energia.

Come esempio se ha dello spazio denso e della sostanza, della sostanza al astro, la stella che produce il Maser, che va produrre i pianeti, che va produrre il Maser e l’atmosfera, che va produrre il Maser, gli anelli ed i satelliti ed il flusso ed i estruturantes ed i processi dei desistruturantes continuano infinitamente fino alla sostanza diffusa.

Dove prende la sostanza per evolvere e produrre gli elementi chimici. Così l’universo è infinito e senza forma definitiva. Quindi, l’universo se ritrovamenti nella contrazione ed allargamento interno, ma non nell’espansione e sì nella rimozione più lowermost, se trova nella traduzione e rotazione, estruturação, flussi e sviluppo dei relativi componenti. Mentre alcuni iniziano la relativa origine, altri vengono a contatto di in flussi e nei processi, mentre altri già vengono a contatto di nella fase finale che è in sostanza diffusa.

Cosmofísica nucleare. Fusione nucleare.

La fusione nucleare delle stelle mantiene per un buon tempo la temperatura dei astros, con questa fa con quello l’universo se processi lentamente e può considerare il relativi flusso e sviluppo della sostanza e gli elementi chimici e gli aiuti che la trasforma elementi chiari in pesante e va produrre l’energia ed il dynamics dei astros, dato che quei i più distanti secondari possiedono dinamico poco e le orbite sono più irregolari. O il uno o il altro, satelliti dei pianeti, pianeti delle stelle.

Quindi, l’universo ed il relativi flusso ed estruturação se mosto la relativa produzione di energia, come anche lo sviluppo degli elementi ed il dynamics dei astros.

La produzione di energia va anche determinare gli strati ed il esferificação dei astros. Non expansionista ed universo non stazionario. Così uno conferma che l’universo se i ritrovamenti nella rimozione più lowermost e non nell’espansione ed esso non viene a contatto quindi dei possesss parcheggiati rotazione, traduzione, flussi, sviluppo ed altri fenomeni.

Evolutivo. Uno viene a contatto di nello sviluppo nel relativi micron e macro della struttura, degli elementi ai astros. E se eternalizes come sostanza con densità diffusa. Non è incurvato e né diritto. Commento. La teoria del energeticidade e del Maser che si occupa di astronomia sarà presentata in altro testo. Con più di cento dieci formule che dimostrano le due teorie, quindi il diametro di uso, il Maser, la temperatura, la rotazione e la velocità equatoriale. Massa o gravitazione di uso di Dist

ancelmo disse...

http://cosmologie-cosmofisica-graceliana.blogspot.com/

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QUARTA TEORIA DE ASTRONOMIA GRACELIANA.
Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

TEORIA DE ASTRONOMIA DA PROPORCIONALIDADE DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO E VELOCIDADE EQUATORIAL.

E IRREGULARIDADES DE ÓRBITAS E DE ROTAÇÃO PELA DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA.

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

Referências.


O trabalho se complementará com.

1-A teoria do universo fluxonário estruturante e cosmofísica graceliana.
2-Teoria de astronomia graceliana de energeticidade e radiação.
3-Teoria de astronomia de alternancidade e variância.
4-Teoria de astronomia da origem, rotação, afastamento e progressão.
5-Teoria de astronomia de fisicidade, desintegração e reintegração.
6-Teoria geral para a astronomia e o cosmo.
7-Teoria da microfísica e da química.
8-Teoria da unidade geral.



CÁLCULOS DE ÓRBITAS PELA ROTAÇÃO OU VELOCIDADE EQUATORIAL.


SOBRE A LUA.

RELAÇÃO ENTRE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO COM IO SATÉLITE DE JUPITER.

A Lua por ser produzida por um astro com pouca energia, no caso a Terra, ela possui dezessete vezes menos velocidade de translação do que Io – satélite de Júpiter, uma vez que Júpiter possui maior diâmetro do que a Terra. Pois ambos estão quase à mesma distancia de seus primários, no caso Io de Júpiter e a Lua da Terra. Há também de se considerar que Io é um satélite mais energia do que a Lua, mesmo júpiter sendo mais velho do que a terra, pois ainda conserva atividades tectônicas, estas atividades já foram observadas por telescópicos.

Io possui muito mais energia, radiação, atmosfera do que a Lua por ser sido produzido por um planeta – Júpiter – com muito mais energia do que a Terra. Isto se confirma na relação entre as dinâmicas entre os dois planetas.

Io também possui aproximadamente o mesmo diâmetro da Lua.

Diâmetro Lua 3470 quilometro. Velocidade de Translação Lua 1.03 km/seg.
Io 3650 quilometro. Velocidade de Translação Io 17.4 Km/seg.


Distancia de seus Primários- Io – 420.000 quilômetros.
Lua-384.000 quilômetros.

Rotação – Io possui uma rotação 16.44 vezes maior do que a Lua, ou seja, quase a mesma diferença do que a translação. Isto confirma todo o exposto até aqui que a rotação, como a translação e o afastamento são produzidos pela energia e radiação do astro.
Aqui se confirma com clareza que há uma relação direta entre as dinâmicas.

PARA SER CONFIRMADO.

Que Io possui uma atmosfera 10 vezes maior do que a Lua. Pelo que é confirmado com a diferença de suas dinâmicas.

Io possui uma atividade magnética, condução elétrica, atividade sísmica, atmosfera, atividade tectônica dez vezes maior do que a lua.
Isto já foi provado pela experiência. O que confirma o exposto pela diferença nas dinâmicas e órbitas.


EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÃO DA LUA.

A Lua possui uma inclinação orbital de 5,9 graus em relação à eclíptica, e uma excentricidade de 0.05 graus, e isto confirmam a relação com a velocidade translacional e rotação, ou seja, pouca dinâmica e grande irregularidade nas inclinações da órbita e da rotação, e com grande excentricidade.

Como foi exposta acima, a Terra é o ultimo planeta a produzir satélite até hoje, pois a Terra foi produzida pelo Sol quando o mesmo já se encontrava numa fase de pouca produção de energia, vemos que a Lua produz pouca radiação e nenhuma atividade tectônica, enquanto Io produz grande atividade tectônica. Por que Io foi produzido por um planeta com muita energia e intensa radiação, pois é muito maior do que a Terra, por isso que a rotação e translação da Lua são 17 vezes menores do que Io. E uma excentricidade muito maior, e uma inclinação maior do que a de Io. Ou seja, o primário produz a energia no secundário que vai produzir os fenômenos.

Assim, a inclinação e excentricidade dos satélites são sempre próximas ou maiores dos valores de seus primários.

E aqui com a Lua e Io se confirma o exposto anteriormente, que quanto maior a energia e radiação, maiores serão a dinâmica, a estabilidade e a perfeição da circularidade da órbita, e menor a excentricidade e a inclinação da translação e da rotação. E vice-versa.

Veremos que os satélites dos planetas mais distantes e os mais próximos de seus primários terão maiores rotações e translação e menores excentricidade e inclinação rotacional e translacional. E que ocorre na proporcionalidade do tempo de vida e de diâmetros que representa a sua energia e radiação.

Isto se confirma com os satélites de todos os planetas.


PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE DA RAZÃO ENTRE OS FENÔMENOS.

A POSIÇÃO, A DISTANCIA E O AFASTAMENTO DEPENDE DA ENERGIA DO ASTRO.


A razão entre o afastamento dos astros é crescente com o afastamento, em que os mais distantes aumentam o afastamento, por isto que a razão das distancias é sempre crescentes. Porém, o afastamento depende da energia no processamento da sua produção, e da própria energia representada pelo diâmetro, por isto que há os picos de afastamento, conforme o diâmetro do astro com o seu vizinho. Esta diferença se confirma entre Tritão e Nereida, dois satélites de Netuno, onde a diferença de afastamento entre os dois é enorme, comparado com satélites de planetas mais próximos do Sol.

A razão das distancias sofrem pico crescente conforme o astro vai produzindo a sua dinâmica e o seu afastamento, isto se confirma entre Titã e Réia de Saturno, Febe e Jupet de Saturno, entre Titânia e Umbriel de Urano, e entre os Planetas Júpiter e Marte. E entre ganimedes e Europa de Júpiter.

Pois ganimedes tem o dobro do diâmetro de Europa e o dobro da distancia. Ou seja, a energia do astro determina a sua posição no espaço, pois com mais diâmetro ele terá maior energia, maior rotação, maior afastamento do seu primário.

O mesmo acontece com Titânia e Umbriel satélites de Urano, pois a razão do diâmetro é duas vezes, ou seja, e a razão das distancia entre os dois satélites é 1.8, enquanto os outros com razões de diâmetro mais próximos, e as razões das distancias também são mínimas.

A teoria da gravitação não faz menção à posição da distancia pelo diâmetro, que representa a energia e o tempo de construção do astro e a sua ação de afastamento do astro mais próximo –vizinho –, e que isto influencia na posição e distancia do astro no espaço.

Entre estes astros a velocidade de translação também acompanha aproximadamente num valor de razão entre astros vizinhos. Vemos que a diferença de translação é maior entre diâmetros e posições maiores.
O mesmo acontece com a rotação, as inclinações, a excentricidade, e todos os outros fenômenos físicos e estruturais, como achatamento de astro, atmosfera, atividade tectônica, etc.

Os satélites de saturno se afastaram menos do que os de Júpiter por serem menores de diâmetro e com menos energia.

Os saltos de afastamento e posição pelo salto de diâmetro entre os planetas, satélites e cometas confirma a teoria da energeticidade e radiação.

E como em Júpiter que há um intervalo maior de afastamento de Marte, por ser júpiter com maior diâmetro, o mesmo acontece entre Titã e Réia de Saturno, que é quatro vezes maior. Entre Febe e Jupet, e entre ganimedes e Europa, e entre Titânia e Umbriel de Urano. Esta diferença entre as razões também está presente nos asteróides e nos cometas.

OBSERVAÇÃO GERAL DA TEORIA.

O mesmo acontece com a velocidade de translação onde a diferença da razão é maior nos astros que mantém uma diferença de diâmetro, como é o caso entre os satélites de Saturno exposto acima, e entre Júpiter e Marte.
Por isto que a há uma diferença enorme entre a velocidade de translação de júpiter e marte, pois mesmo júpiter sendo maior que marte ele teve mais tempo se afastando do sol, diminuindo progressivamente a influencia recebida pelo sol na origem da translação. Por isto que há uma razão vinte vezes maior no diâmetro, três vezes e meia no afastamento, duas vezes menor na velocidade de translação de júpiter para marte, duas vezes e meio maior na rotação. Isto confirma o exposto até aqui, que a translação tem uma origem pelo primário e diminui progressivamente, até o próprio astro coordenar toda dinâmica e translação, rotação e afastamento se equivale conforme a energia que o mesmo produz.
Esta confirmação se aproxima para plutão, asteróides, cometas distantes e satélites distantes, onde rotação, translação e afastamento se equivalem nos seus valores.
Temos aqui o porquê há um salto na razão da translação, afastamento, rotação, excentricidade e inclinações de órbita e rotação.

Esta diferença de razão também se mantém na excentricidade e inclinação, e são crescentes com o afastamento.

ASSIM TEMOS,

1-a questão de saltos na razão entre os fenômenos conforme a sua energia e diâmetro,

2-e a razão crescente de afastamento, inclinação orbital e rotacional, e excentricidade conforme o astro vão ficando velho e queimando a sua energia. Que depende do tempo de vida e da energia do astro, representada pelo diâmetro.

Os satélites de Júpiter são aproximadamente cinco vezes maiores comparados com os de Saturno, por isto que eles em média estão duas vezes mais distantes dos de Saturno, se comparado com os de júpiter.

A translação dos satélites diminui conforme o afastamento do planeta ao sol e diâmetro do planeta. Ou seja, a energia que ele conserva depende da energia que o formou, por isto que os satélites de saturno possuem maior translação do que os de urano, mesmo estando a mesma distancia e com o mesmo diâmetro.


PRINCÍPIO DA PROPORCIONALIDADE.

Órbita de Quíron – se confirma também no asteróide Quíron o princípio da proporcionalidade, pois pelo seu extenso afastamento do Sol, ele desenvolve a maior inclinação de órbita e a maior excentricidade.

Confirma-se nos asteróides EROS, com excentricidade de 0.83 graus, Quiron, hidalgo, e outros. Inclusive em cometas, que a distancia do Sol não é o fundamental para o posicionamento do astro no espaço, mas sim a sua energia e radiação representada pelo seu diâmetro.

Como já foi visto que o afastamento e posição que marca a distanciam do primário depende da energia do astro.

E as inclinações e excentricidades dependem da energia dos mesmos, pois asteróides, cometas e satélites menores e mais distantes de seus primários possuem as maiores inclinações e excentricidades. E os maiores planetas as menores excentricidades e inclinações e o conjunto das dinâmicas – translação, rotação, e afastamento também acompanham a energia do astro.



A RELAÇÃO ENTRE GANIMEDES DE JÚPITER E TITÃ DE SATURNO.

GANIMEDES tem um diâmetro 5.250 km, e TITÃ tem um diâmetro 5.800 km.

Ganimedes se encontra a uma distancia de 1.070.000 km do primário.
TITÃ se encontra a uma distancia 1.222.000 km do primário.

Ganimedes tem uma velocidade de 10.9 km/s.
Titã tem uma velocidade de 5.6 km /s.

E a diferença entre os diâmetros de Júpiter e Saturno é mínima.

Logo se conclui que se a gravitação tivesse alguma influencia sobre a velocidade de translação a diferença da translação entre os dois seria mínima e não seria aproximadamente o dobro. Com isto se conclui que toda dinâmica depende da energia do astro, e se júpiter é mais novo do que saturno, logo o seu satélite também é mais novo, considerando também que enquanto ganimedes é o terceiro satélite de Júpiter, Titã é o sétimo satélite de Saturno. Logo, titã é mais velho e gastou mais energia, com isto desenvolve menos velocidade de translação.
Por isto que a diferença da velocidade de translação é o dobro.

Enquanto pela teoria da gravitação deveria se equivaler nos valores.


Vemos aqui que a distancia com o diâmetro não influenciou na velocidade de translação, mas sim, o tempo de vida e a energia representada pelo diâmetro.

Isto confirma a teoria da energeticidade e radiação.

RELAÇÃO ENTRE PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS.

O diâmetro e o afastamento dos secundários variam conforme o diâmetro do primário e o seu tempo de vida.

RELAÇÃO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO ENTRE SATÉLITES CONFORME O DISTANCIAMENTO, TEMPO DE VIDA E DIÂMETRO DE SEUS PRIMÁRIOS.

Confirma-se que o valor do diâmetro de Júpiter é próximo do de Saturno, e Júpiter com os seus satélites cinco vezes a distancia dos de Saturno, três vezes o diâmetro dos de Saturno e os valores da velocidade de translação se aproximam.

Com isto se conclui que não é a distancia e alguma força que age sobre o astro, mas sim a própria energia do mesmo.


OUTROS TÓPICOS.

A distancia marca o tempo de vida do astro, e diâmetro do primário com o seu diâmetro e a distancia do primário marca o tempo de vida e energia já processada e a energia ainda para ser processada.


RADIAÇÃO, ATMOSFERA, ANÉIS, DISCOS DE ESFERAS E ASTROS.

Assim como Saturno e Urano também possui anéis, com velocidade de translação de mais de vinte Km/s, e que Júpiter possui uma atmosfera espiralada com translação e alargamento, próximo do seu equador. Isto confirma que a translação dos secundários se origina de energia e radiação do primário, e que parte desta radiação se transforma em anéis próximos do equador, e que vai se esferificar, dando início a um novo secundário. Vemos nos anéis de Urano que eles desenvolvem uma translação de mais de vinte quilômetros por segundo.

E que a translação surge inicialmente do próprio secundário, e por isto que todos secundários produzem uma órbita com pouca inclinação e sempre próximo do equador.

Ao se distanciar do primário, o secundário vai produzir a sua própria dinâmica, vai dar inicio a terciários que iniciarão a sua translação conforme a sua energia e radiação.

E sairão do eixo de translação do primário, dando inicio a um novo sistema de astros, menores, mais lentos e com mais irregularidades na sua dinâmica de translação, rotação e afastamento.


A ORIGEM DOS SECUNDÁRIOS.

A ação centrifuga da rotação e o magnetismo do astro faz com que a sua radiação e atmosfera se desloquem para o equador, aonde vai se forma em filamentos de atmosfera e no futuro anel. Dos anéis vão se formar blocos cúbicos de gases e daí a esferificação, da onde vai se formar em secundários.

Por isto que os secundários possuem uma translação decrescente dos próximos para os últimos. E que a órbita sempre está próxima do equador.
Com o passar dos tempos, a energia diminui e os astros passam a produzir a sua órbita e irregularidades no espaço.

No futuro provavelmente teremos novos astros e com novas energias, pois o processo é constante.

OUTROS TÓPICOS.

Os secundários mais afastados e menores são os mais irregulares nas suas inclinações de órbita e rotação, e excentricidade.
Isto se confirma, nos satélites mais distantes, nos asteróides e nos cometas.


MOVIMENTO RETRÓGRADO.

O satélite quando muito pequeno e muito distante tende a aumentar a sua inclinação e excentricidade progressivamente, e este tipo de movimento invertido pode ser encontrado no satélite Febe de Saturno. Pois Febe possui uma inclinação de órbita de 160 graus e uma grande excentricidade.
O que leva o astro a desenvolver a órbita retrógrada é que ele iniciou normalmente a sua translação desde o seu nascimento pelo seu primário. Só que todo astro que possui pouca dimensão e se encontra distante do primário ele possui pouca energia se processando, pois ele já gastou grande parte de sua energia, e assim, ele passa a produzir irregularidades na sua dinâmica no espaço. Que começa com uma crescente irregularidade até o movimento retrógrado.

Urano é um planeta que anda de lado, ou seja, as irregularidades são maiores com o distanciamento, envelhecimento e diminuição de produção de energia e radiação.

Com enormes distancias de seus primários, astros pequenos, terciários, com pouca energia e envelhecidos serão astros com pouca dinâmica, grandes distanciamentos, grandes excentricidades e inclinações e muitos com movimentos retrógrados.





SOBRE SUPOSTA CAPTURA DE ASTROS POR PLANETAS.

Isto não existe, pois todos os astros estão soltos no espaço, e não há isto de campo puxando para sua órbita, e também pela radiação os astros são afastados e não atraídos, como se pensa hoje. E o que produz as órbitas irregulares é a pouca energia do próprio astro para coordenar a sua dinâmica, isto acontece com todos os astros pequenos e distantes de seus primários, logo os satélites pequenos de Saturno nunca foram capturados, mas sim produzidos por saturno.

Pode-se comparar que todo astro pequeno e distante possui grandes irregularidades na sua dinâmica, desde a rotação, a translação e o afastamento.

SOBRE A SUPOSTA DENSIDADE DOS ASTROS.

A densidade dos astros distantes é uma invencionice para se dar uma proximidade nos resultados para a velocidade de translação que é calculado pela gravitação, porém se mal conhecemos a densidade da Terra, como podemos conhecer a densidade de planetas distantes.

Por isto que nos meus cálculos, uso diâmetro e temperatura por estarem mais próximos da realidade.

RAZÃO CRESCENTE DE FENÔMENOS ENTRE ASTROS MENORES E
DISTANTES.

Nos mais distantes e menores a razão do afastamento, inclinações e excentricidade são sempre maiores e crescentes com o distanciamento e a diminuição do tamanho do astro.

A distancia e o afastamento também são crescentes, pois com a diminuição de energia eles passam a produzir órbitas sempre mais irregulares.

SOBRE O AFASTAMENTO DE SATÉLITES.

Os satélites de Saturno se afastaram menos de seu primário por serem menores e com menos energia, enquanto os de Júpiter se afastaram mais, por serem maiores e com mais energia. Isto confirma que os astros alem da rotação e translação eles se afastam conforme a sua produção de energia.


SOBRE TRITÃO E O SEU MOVIMENTO RETRÓGRADO.

TRITÃO é um dos satélites gigantes e possui uma grande excentricidade e uma inclinação orbital de 160 graus, considerado um dos satélites que tem um movimento retrógrado por possuir tamanha inclinação em relação ao plano do equador de Netuno. Isto só vem a contribuir com a teoria exposta até aqui. Pois satélites de planetas distantes também possuem irregularidades grandes, mesmo sendo um gigante.



NEREIDA, O SATÉLITE DE MAIOR EXCENTRICIDADE.

NEREIDA é outro satélite de Netuno que possui uma grande inclinação de órbita de 28 graus e uma das maiores excentricidades, com 0.75 graus. Isto só vem a contribuir com a teoria da energeticidade, de que planetas distantes, satélites distantes e velhos e pequenos produzem grandes irregularidades, e Nereida é o satélite com maior excentricidade dos satélites até aqui descobertos.

NEREIDA também possui um grande afastamento do satélite vizinho, no caso Tritão. Ou seja, os satélites mais distantes e de planetas mais distantes são os mais irregulares na sua excentricidade e inclinação.

ONDE SE CONFIRMA O EXPOSTO PELA TEORIA AQUI PROPOSTA. EM QUE A DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA LEVA AS CRESCENTES IRREGULARIDADES DOS ASTROS.


Vemos que Tritão e o satélite de saturno – febe possuem movimento retrógrado.

Provavelmente a sua rotação é mínima e com grande inclinação de rotação.

Provavelmente os satélites de Plutão, menores e mais distantes dele serão os de maiores irregularidades e com movimentos retrógrados.


SOBRE A ATMOSFERA DE TITÃ.

Provavelmente titã com a sua atmosfera produzirão uma quarta geração de astro. Que será o primeiro satélite com satélite.

SOBRE CARONTE.

Provavelmente Caronte, satélite de Plutão possui uma grande excentricidade e inclinação orbital.

Caronte gira em torno de Plutão em 6,39 dias, que é o mesmo tempo que o planeta leva para girar em torno do seu eixo, mantendo sempre a mesma face um para o outro. Isto se confirma no exposto até aqui, que a translação do secundário começa antes mesmo do secundário se esferificar, ou seja, ainda como filamentos e anéis de atmosfera e radiação do primário, que com a sua rotação passa a transladar os anéis e filamentos de atmosfera, até se esferificar. Se esferificando passa a produzir esta translação inicial em volta do primário. Ao se afastar passa a produzir a sua própria translação.

Ao se esferificar passa a produzir a própria rotação.
Com o tempo e afastamento este secundário, vai produzir outro secundário, tornando-se um primário.

Conforme o astro vai se distanciando e ficando sem energia, ele abandona a órbita inicial, produzindo sistemas orbitais irregulares e aleatórios no espaço. Sempre novos com menos energia e com menos dinâmica e mais irregularidades de inclinações e excentricidades. Isto pode ser confirmado com os asteróides e cometas.



ÓRBITAS ERRANTES E ALEATÓRIAS.

Isto é um processo que começa com pouca irregularidade, passa a estabilidade e retorna a irregularidade e grandes instabilidades e órbitas errantes e aleatórias.


AÇÃO DA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO SOBRE A TRANSLAÇÃO INICIAL DO SECUNDÁRIO.

Isto se confirma entre os satélites dos planetas, pois com as mesmas distancias os satélites de Urano desenvolvem três vezes menos o período de revolução comparado com os de Saturno. Pois a velocidade equatorial de Saturno é três vezes maior do que as de Urano.

E a diferença entre os satélites de Júpiter e de Saturno é de 1,25 de período de revolução maior para os satélites de Júpiter para a mesma distancia, pois a diferença da velocidade equatorial entre os dois é de 1,25 maiores para Júpiter. Como também a diferença é próximo da razão um para diâmetro e rotação, e 1.3 para translação.

É bom ressaltar que a energia produz a rotação, que produz a velocidade equatorial que com a radiação vai produzir a translação do secundário. E o secundário será produzido pelo material expelido como forma de radiação do primário. Ao se esferificar e tornar-se astro ele vai iniciar a sua rotação, por isto que os secundários muito próximos possuem pouca rotação, pois ainda estão começando a acelerar-se rotacionalmente. Isto se confirma em todos os primários muito próximos.



AQUI TEMOS EXPLICAÇÕES CONTUNDENTES DA ASTRONOMIA.

1 – o primário produz o secundário que também inicia a sua translação.
Então temos aqui o inicio da translação e a origem do astro.

2 – porque o terciário acompanha o secundário, e ambos acompanham o primário pelo espaço.
Pois, no inicio tiveram uma origem da translação produzida pelo primário, porem, ao se afastar e perder energia este secundário, ou terciário vai sair do sistema completamente, pois, ele mesmo dentro do sistema solar já produz a sua própria dinâmica, só que fora do sistema, ele não mais acompanhará o primário pelo espaço. Isto já acontece com alguns cometas e asteróides, que às vezes entram dentro do sistema solar e saem sem sofrer a e influencia de ação nenhuma do Sol.

3- por que todo astro muito próximo do primário possui pouca rotação. Pois ainda está em formação e toda sua dinâmica ainda é mínima.

PRINCÍPIO DA ORIGEM DO ASTRO E DA DINÂMICA.

Assim, temos aqui o inicio do astro, o inicio da rotação e velocidade equatorial, da translação.

Assim, ao se afastar ele vai produzir a sua própria rotação e translação, e com a sua energia e radiação vai produzir novos filamentos de gases, daí novas esferas, que com a sua velocidade equatorial vai produzir a translação no novo astro, e daí a sua esferificação e rotação.


Antes mesmo de ser esfera o astro já possui translação.

Ele vai sendo afastado pela radiação e temperatura do primário, e passa a produzir a sua própria translação e rotação.

Por isto que um terciário acompanha a translação do secundário, mesmo este secundário acompanhando a translação do primário. Porem com o afastamento ele tenderá a produzir uma órbita isolada, com outras inclinações e excentricidades.

Ao se distanciar ele terá menos energia, e conseqüentemente menos dinâmica e mais irregularidades. VER PRINCÍPIO DA CIRCULARIDADE.


A ENERGIA DETERMINA E PRODUZ A DINÂMICA E A ESTABILIDADE NO ASTRO.
ISTO SE CONFIRMA DE JÚPITER A TRITÃO.

CÁLCULO DA TRANSLAÇÃO PELA ROTAÇÃO DO PRÓPRIO ASTRO EM RELAÇÃO À ROTAÇÃO DA TERRA MULTIPLICADA POR CINCO. PARA PLANETAS EXTERIORES.

Júpiter - 2.3 * 5 = 13.
Saturno – 2.1 *5= 10.
Urano - 1.1 * 5= 5.5
Netuno - 1 * 5 = 5.
Plutão - 0.2 * 5=5.

Esta relação entre rotação e translação para planetas, também se confirma para os satélites exteriores de Júpiter, Saturno, e Urano.


SOBRE URANO.

Urano anda de lado por possuir pouca energia e estar iniciando uma órbita e rotação com grande inclinação.

A tendência é que no futuro os astros sejam em maior numero e mais lentos e todos com órbitas aleatórias e irregulares. E muitas retrógradas.
E que também não acompanham os primários pelo espaço


SOBRE A ROTAÇÃO DE URANO.

Urano possui três vezes menos diâmetro do que Júpiter e quatro vezes mais do que a Terra, e sendo mais velho e com menos energia, pois teve mais tempo gastando a energia, logo o valor da sua rotação tem que se aproximar do valor da Terra, ficando entre vinte e vinte cinco horas.

E isto já se confirmou com a observação.

A rotação de Netuno também é próxima a da Terra.

ASTERÓIDES.

O ASTERÓIDE ÍCARO possui uma excentricidade de 0.83 graus e vai próximo a Mercúrio e Marte, e no periélio fica a 28.000.000 quilômetros do Sol, e no afélio fica a 307.000.000 quilômetros do Sol. Com isto se conclui que a órbita depende da energia do astro, e não da gravitação. Pois astros menores produzem órbitas mais irregulares.

O ASTERÓIDE HIDALGO, com um período orbital de 13.7 anos, e uma excentricidade de 0.67 graus, e com uma inclinação orbital de 43 graus.

QUÍRON possui uma excentricidade orbital de 0.379, e com uma inclinação orbital de 6.9 graus.

Com isto constatamos que a órbita não é determinada pela gravitação do astro ou do Sol, mas sim pela sua energia, pois aproximadamente na mesma distancia dos planetas ao Sol, os asteróides produzem órbitas muito irregulares, por possuírem pouca energia, e com um período de revolução um pouco menor do que os planetas.

Com isto se constata que os astros estão livres e produzindo a sua própria dinâmica.

Com isto, confirma-se o exposto até aqui, de que astros pequenos possuem pouca dinâmica e órbitas irregulares, por produzem pouca energia, e isto independe da distancia do Sol.

CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DO SECUNDÁRIO COM A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO MULTIPLICADA COM O DIÂMETRO E DIVIDIDO PELO AFASTAMENTO.

É BOM RELACIONAR QUE A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO INICIA A TRANSLAÇÃO, CONFORME A ENERGIA, RADIAÇÃO, DIÂMETRO E ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

O DIÂMETRO REPRESENTA A ENERGIA E RADIAÇÃO DO SECUNDÁRIO.

O AFASTAMENTO REPRESENTA O TEMPO DE VIDA E O GASTO DE ENERGIA DURANTE ESTE TEMPO.


A VELOCIDADE EQUATORIAL DO PLANETA EM QUILOMETRO POR HORA.

O diâmetro é dividido por 1.000.

O afastamento é dividido por 100.000 para satélites, cometas e asteróides.

O afastamento é dividido por 100.000.000 para planetas.

VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.
1680 / 1000 = 1.68 velocidade equatorial da Terra.
3470 / 1000 = 3.47 diâmetro da Lua
384.000 / 100.000 = 3.87 afastamento da Lua em relação Terra.
Lua – 1.68 * 3.47 / 3.84 = 1.5 /2 = 0.75 km / s.

Para satélites de Júpiter.

Io –
45000/1000 = 45
3670 / 1000= 3.67
420000/100000=4.2
45*3.67/ 4.2 =39.3 /2= 19.5 km/segundo.

Europa.
45000/1000=45
2980/ 1000 =2.98
671000/100000=6.71
45*2.98/ 6.71 = 19.9/2=10


Ganimedes.
45000/1000= 45
5250 / 1000=5.250
1.070.000/ 100000= 10
45*5.2/10.7=22/ 2 = 11

Calisto.
45.000/1000=45
4900 / 1000=4.9
1.884.000/100000= 18,8
45*4.9/18.8=11.7 /2= 6 km/segundo.

Para os satélites de Saturno.

Satélite janus
37000/ 1000 = 37 quilometro/segundo.
300/ 1000= 0.3
159000/100000=1.59
37*0.3/1.59=7

Titã
37 *5.8/12.2 =17.5


OUTRA FORMA DE SE CALCULAR A TRANSLAÇÃO PELO PRIMÁRIO.

Para se calcular órbita de planeta se divide a distancia por 100 000 000.
Para se calcular órbita de satélite se divide a distancia por 100 000.

A velocidade equatorial se divide por 1000 tanto no cálculo para planetas quanto para satélites. Em quilometro por hora.

O diâmetro se divide por 1000 tanto para cálculo para planetas quanto para satélites.

A fórmula é velocidade equatorial do primário /1000 + [diâmetro /1000] / [distancia / por 100 000 000 para planetas +1].

Mercúrio.

Velocidade equatorial do Sol por hora = 60.000 km/s / 1 000=60.
Diâmetro do planeta= 4.500 quilometro / 1 000 = 4.5.

Distancia do planeta ao Sol.= 58.000 000 quilometro / 100.000.000. + [1].

60 + 4.5 / [0.58 +1] = 41 quilometro por segundo.


Vênus.
60 + 8 / [1.08 + 1] =32.7 quilometro por segundo.

Terra = 60 + 12 / [1.5 +1] = 28.8.
Marte = 60 + 6 / [2.2+1] =20.6.
Júpiter= 60 + 144/ [7.8+1]=20.
Saturno= 60+120/ [14+1] = 12.
Urano = 60+46 / [28 +1] = 3.6.
Netuno = 60 +45/ [45+1]= 2.3
Plutão = 60 + 6/ [59+1] = 1.1



PARA SE CALCULAR A VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO DOS SATÉLITES PELA VELOCIDADE EQUATORIAL DOS SEUS RESPECTIVOS PLANETAS.

Velocidade equatorial do primário em quilometro por hora dividida por 1.000.
O diâmetro do satélite dividido por 1.000.
A distancia do satélite de seu primário dividido por 100.000 [cem mil].
Observação. Para os planetas é 100 000 000 [cem milhões].

FÓRMULA.

VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO/ 1.000 + DIÂMETRO DO SECUNDÁRIO / 1.000 / [DISTANCIA / 100.000].

PARA O SATÉLITE DA TERRA, A LUA.

Lua.
[1680 / 1.000] + [3.470 / 1.000] / [384.000/100.000] = 1.3 km / segundo.


PARA OS SATÉLITES DE JÚPITER.

Velocidade Equatorial de Júpiter /1.000 + diâmetro do satélite /1.000 / distancia do satélite / 100.000.
Io.
[45.000 /1.000] + [3.650 /1.000] / [420.000/100.000]=11.5 km/segundo.
Europa. 45 +2.98 / 6.71 = 7.1 quilometro por segundo.
Ganimedes. 45 + 5.25 / 10.7 = 4.7.
Calisto. 45+ 4.9 / 18.8 = 2.6


PARA OS SATÉLITES DE SATURNO.

[velocidade Equatorial de Saturno / 1.000] + [diâmetro do satélite / 1.000] /
[distancia /100.000].

JANUS.
[37.000/1000] + [300 /1000] / [159 000/100 000]=23.4 km por seg.
MIMAS. 37 +0.4 / 1.86 = 20.1 quilometro por segundo.
ENCÉLADO. 37 +0.6 /2.38 = 15.7.
TÉTIS. 37 +1. / 2.95 = 12.8
DIONÉIA 37 +0.8 /3.77 = 10
RÉIA 37 +1 /5.27 = 7.2
TITÃ 37 +5.8/12.2 = 4.3
HIPÉRION 37 +0.4 /14.8= 2.5
JAPET. 37 +1.6 /35.5= 1.
FEBE 37 + 0.2/129= 0.28


CÁLCULO DE VELOCIDADE DE TRANSLAÇÃO POR VELOCIDADE EQUATORIAL DO PRIMÁRIO.


PARA SATÉLITES DE URANO.

A velocidade equatorial do primário por hora / 1.000 + o diâmetro do satélite / 1.000 / da distancia / de 100.000.

MIRANDA – 13.7 +0.24 / 1.3 =10 quilometro por segundo;
ARIEL- 13.7 +0.7 / 1.92= 7.5
UMBRIEL - 13.7 +0.5 / 2.67= 5.3
TITÂNIA - 13.7 +1 / 4.38= 3.3
0BERON - 13.7 +0.9 / 5.86= 2.3


CÁLCULO PARA TRITÃO, SATÉLITE DE NETUNO, POR VELOCIDADE EQUATORIAL POR HORA.

[9.000 / 1.000] + [3.800 /1.000] / [340.000 / 100.000]=
9 + 3.8 / 3.2 = 4 quilometro por segundo.



CÁLCULO PARA CARONTE, SATÉLITE DE PLUTÃO.

Velocidade equatorial de PLUTÃO [140 / 1.000] + [diâmetro 1.200 / 1.000] / [Distancia 20 000 / 100 000]. =
0.14 + 1.2 / 0.5 = 3.1 quilometro por segundo.


Dá para se observar que conforme os planetas vão se afastando do Sol, a órbita de seus primários também se torna mais lenta, pois satélites com o mesmo diâmetro e a mesma distancia em relação a satélites planetas distantes, estes diminuem progressivamente a sua dinâmica e aumenta as irregularidades na excentricidade e nas inclinações. Com isto só se tem a confirmar mais ainda a teoria da energeticidade e radiação.

De que os planetas mais distantes foram os primeiros a serem produzidos, e produziram primeiro os seus satélites, com isto eles possuem menos energia, pois tiveram mais tempo gastando e processando a energia. E isto foge completamente qualquer relação com efeitos de gravitação. E vai de encontro ao sustentado aqui pela teoria da energeticidade e radiação. De que a energia e o tempo de processamento desta energia determinam a vida, os processos, estrutura, órbita, atividades térmicas, sismos, energia, magnetismo, atividade tectônica, radiação, atividade tectônica, órbita, dinâmica e atmosfera.

Nesta forma de cálculo para se encontrar a translação do secundário pela velocidade equatorial do primário, fica expresso que conforme o diâmetro diminui a energia também é menor, decresce a radiação. Também decresce e as atividades tectônicas e a atmosfera acompanha o decréscimo, a rotação do primário diminui decrescendo a sua velocidade equatorial, com isto vê que conforme decresce o diâmetro, diminui a translação do secundário, por isto que os menores e mais distantes possuem dinâmicas menores.


UNIVERSO DE CONSTRUÇÃO E DESCONSTRUÇÃO.

O universo é um processo constante de construção e desconstrução, e alguns universos se encontram em fase de decréscimo de energia e de seus fenômenos, que é o caso do nosso.
Observação. Ver teoria do universo fluxonário e estruturante.


Os resultados encontrados pelo cálculo de translação pela velocidade equatorial e sua proximidade com a exatidão só vêm a confirmar a ação da velocidade equatorial produzida pela energia e radiação na produção da translação e órbita do secundário no espaço. E que os satélites dos planetas mais distantes, com a mesma distancia em relação a outros satélites, e que os dos planetas distantes desenvolvem menos dinâmica. Isto se confirma também no afastamento e na rotação dos satélites. E suas órbitas são os mais irregulares pelo afastamento e pelo diâmetro.

É bom saber que não uso fantasia de valores de densidades de astros para chegar a resultados que não venham a bater com a fórmula, como é usado na teoria da gravitação.

Confirma-se que os anéis e as atmosferas também possuem translação, com isto mesmo antes de existir como esfera, pois o astro como filamento já desenvolve a sua translação.



PRINCÍPIO DA EQUIVALÊNCIA.

Há um salto de valores de diâmetro entre satélites de Saturno, e este salto se repete entre as distancias dos mesmos satélites. Que é entre Réia e Titã, e entre JAPET e Hipérion todos de Saturno, e esta diferença é de três vezes para os diâmetros e para os fenômenos dos satélites. Inclusive com o afastamento.

Esta diferença se faz presente também entre a distancia e diâmetro de Titânia e Umbriel satélites de Urano. Como já foi visto este salto equivalente também está presente entre Júpiter e Marte. E como já foi vista este salto se deve a energia que o astro produziu a mais e o tempo que o mesmo levou para se distanciar do vizinho próximo que está em formação.

O salto, ou melhor, o tempo de produção do astro com o tempo de aceleração pelo acréscimo de energia registrado pela diferença do diâmetro, determinam um salto no afastamento e todos os outros fenômenos, órbita e estrutura.

Está equivalência de saltos vai também estar presente no afastamento, translação, revolução, rotação, inclinações rotacional e translacional, excentricidade, achatamento da esfera do astro, e outros fenômenos, variações de estrutura e irregularidades, temperatura, atividade tectônica, anéis e atmosfera, e todos os outros fenômenos e formações estruturais e orbitais.

Este salto equivalente prova todos os fenômenos expostos até aqui, desenvolvidos e expostos pela teoria do universo fluxonário estruturante e pela teoria da energeticidade e radiação.

Os fluxos também acompanham e variam conforme variam estes saltos.


O NASCIMENTO DA TRANSLAÇÃO.

A energia produz a radiação, a radiação produz a rotação, a atmosfera, anéis, e astros que se formam e que são partes dos primários, e como parte do primário o que temos noção de translação é na verdade ainda parte da rotação do primário. Só mais afastado que este secundário vai produzir a sua rotação e a sua própria translação. Mesmo antes de ser esfera o astro já possui translação e rotação.

Vemos em Mercúrio que o mesmo possui grande translação e pouca rotação, por que ele ainda é parte do Sol e de sua rotação e velocidade equatorial. O mesmo acontece com o Amaltéia primeiro satélite de Júpiter, e com Janus primeiro satélite de Saturno.

Ao se distanciar todos produzirão a sua própria rotação e translação, saindo do primário e produzindo a sua própria órbita.

Isto confirma porque mesmo produzindo a sua dinâmica e afastamento o satélite acompanha o seu planeta, e este por sua vez o Sol.

Porém existem cometas que produzem órbitas sem acompanhar o seu primário.

A translação do astro se inicia ainda como atmosfera, depois filamentos de atmosfera que é o caso dos anéis de Júpiter, depois como anéis que é o caso de Saturno e Urano, e finalmente como esfera.

SOBRE A ORIGEM DA ROTAÇÃO.

Quando ainda novo a rotação ainda está se iniciando, por isto que todos os astros mais próximos de seus primários possuem pouca rotação, isto se confirma dos planetas aos satélites.

O mesmo acontece com o afastamento do primário. Pois é conforme a energia que o astro adquiriu durante a formação que o mesmo desenvolverá toda sua dinâmica, órbita, fenômenos e estrutura física e química. E processamentos químicos.


CÁLCULO PARA EXCENTRICIDADE DOS SATÉLITES DE SATURNO.


Considerando o diâmetro e o afastamento, confirma-se que os maiores e mais próximos possuem menos excentricidade, e vice-versa.

O mesmo se sucede com a inclinação orbital e de rotação.

Segue assim, o princípio da estabilidade e circularidade pela produção de energia.
O diâmetro em quilometro e não em relação à Terra.

JANUS - 0.2 / diâmetro / 100 + progressão retrocedendo de 10 até um conforme o número dos satélites.


JANUS - 0.2 / 3+10 = 0.038
MINAS - 0.2 / 4+ 9 = 0.038
ENCÉLADO- 0.2/ 6+ 8= 0.035
TÉTIS - 0.2 /10+ 7= 0.03
DIONÉIA - 0.2 / 8+ 6= 0.035
RÉIA - 0.2/ 16+5 =0.023
TITÃ - 0.2 / 58+4= 0.008
HIPÉRION – 0.2 / 4+3= 0.07
JAPET - 0.2 / 16+2=0.028
FEBE - 0.2 / 2.4+1=0.147

Este cálculo se aproxima da realidade e é exato para a maioria dos satélites de Saturno.

Aqui se confirma que quanto mais distante e menor, maior é a excentricidade do astro.

E como júpiter, titã por ser imenso e mesmo estando distante, possui uma excentricidade mínima.


CÁLCULO PARA AFASTAMENTO DE SATÉLITES.
EQUIVALÊNCIA DE DIFERENÇA ENTRE DIÂMETRO E AFASTAMENTO.

FEBE A JAPET – diâmetro 16 de febe, dividido pelo diâmetro de Japet 2.4, é igual a seis vezes – que se aproxima do afastamento entre os dois.


Entre Japet E Hipérion = diâmetro de Japet 16 divididos pelo diâmetro de Hipérion quatro, = a razão da diferença do afastamento se aproxima de dois.

Entre Titã e Réia – titã possui um diâmetro de 58 quilometro, e Réia é 16, 58 / 16 = 3, logo a razão da distancia se aproxima de três.

Entre RÉIA E DIONÉIA – o diâmetro de Réia é 16 quilômetros e dionéia é oito, dividindo 16 por oito, logo a razão do afastamento entre os dois se aproxima de dois.

Para os outros, a razão entre os diâmetros diminui para menos do que dois, logo a razão entre o afastamento também bate para menos do que dois.

O mesmo acontece entre os satélites de URANO, em que todos possuem uma razão de diâmetro abaixo de dois, e todos possuem uma razão de afastamento abaixo de dois, porém entre Titânia e umbriel a razão do diâmetro chega próximo de dois, em que também a razão do afastamento chega próximo de dois.


O mesmo acontece com os outros satélites de outros planetas, e entre os planetas, esta diferença de afastamento por diâmetro, que na verdade é a energia processada que afasta o astro, se tem com clareza ENTRE JÚPITER E MARTE.

Esta diferença acompanha para todos os fenômenos, variação de estrutura, desintegração, intensidade de fenômenos, dinâmica e órbita.

Com isto se prova que os astros estão em afastamento produzido pela energia e radiação.

E que a teoria da gravitação usou a distancia, mas não conseguiu calculá-la. Porém aqui calculei tanto para planetas, quanto para satélites. E não foi preciso fazer uso da distancia como constante para se encontrar a dinâmica, órbita e outros fenômenos e estruturas dos astros.

Isto confirma que os astros se afastam pela energia, e não se atraem pela gravitação.

E que a razão da distancia é maior entre os mais distantes, isto se confirma entre Tritão e Nereida, e entre Japet e Fege.

CÁLCULO PARA INCLINAÇÃO DOS SATÉLITES DE SATURNO

Com o diâmetro em quilômetros dividido por 100, com a progressão de 1 a 10 para os respectivos satélites, divididos do resultado do diâmetro.

JANUS -1 / 3 = 0.3
MIMAS - 2/ 4= 05
ENCÉLADO – 3/ 6= 05
TÉTIS - 4/ 10=04
DIONÉIA - 5/ 8=0.62
RÉIA - 6/ 16=0.37
TITÃ - 7/ 58=0.12
HIPÉRION - 8/ 4= 2
JAPET - 9 / 16=0.5
FEBE - 10/ 2.4=4.1

Confirma-se por este cálculo que a inclinação é crescente com o afastamento, e que os maiores e com mais energia se processando a inclinação é menor.


IRREGULARIDADES COM O DECRÉSCIMO DE PRODUÇÃO DE ENERGIA.


Assim, mais distantes possuem menos energia, pois já teve mais tempo processando e gastando a energia, e os menores possuem menos energia por ser a sua estrutura menor. Com isto a instabilidade é maior, levando o astro nestas condições a desenvolver grandes excentricidades, grandes inclinações orbitais e rotacionais, e alguns até com movimentos retrógrados, que são os mais afastados e menores e os mais instáveis.


Esta forma de cálculo com o diâmetro representando a energia podem ser para todos os planetas, satélites, cometas e asteróides. Do diâmetro pode ser encontrados a rotação, da rotação a velocidade equatorial, da velocidade equatorial a translação, inclinação, excentricidade, e todos os outros fenômenos. Ou mesmo pode ser calculado diretamente.

É mais prático usar o diâmetro representando a energia, pois o diâmetro pode ser calculado diretamente no próprio astro.

Enquanto na teoria da gravitação a massa é calculada com o movimento do astro no espaço, e daí encontrar o movimento, ou seja, o resultado é arranjado, criado para um fenômeno já medido. Pois a massa é a soma do diâmetro com a densidade, porém se não sabemos direito nem a densidade da Terra ou da Lua, como saber a densidade de astros distantes.

SOBRE OS MENORES E MAIS DISTANTES.

Os menores e mais distantes são os mais irregulares, pois são os que possuem menor quantidade de energia se processando.


SOBRE A ROTAÇÃO.
O achatamento não determina a rotação, pois, o astro que tem o menor achatamento é júpiter e produz a maior rotação. Porem rotação e achatamento é produzido pela energia do astro, representado por diâmetro e afastamento.

SOBRE O PRINCÍPIO DO AFASTAMENTO.

Já se confirmou que a Terra está diminuindo a sua rotação em dezesseis segundos por um milhão de anos. Isto confirma o princípio do afastamento e a diminuição da dinâmica.

SATÉLITES DE MARTE.

O achatamento dos satélites de Marte é grande por serem mínimos, logo passaram pouco tempo se formando.

E com grande achatamento possui rotação mínima, o que confirma que a rotação se deve a energia e radiação do astro.

PRINCÍPIO DA RELACIONALIDADE.

Confirma-se pelo exposto acima que há uma relação direta entre energia, diâmetro, radiação, rotação, velocidade equatorial e translação entre os astros e seus secundários.


SOBRE A LUA.

PARADÓXIDOS DA LUA PARA SEREM RESPONDIDOS COM A TEORIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.


A lua é o mais novo satélite do sistema solar, por que a Terra já se formou do sol quando o mesmo se encontrava com pouca energia, por isto que possui pouca dinâmica em relação ao seu diâmetro, mesmo sendo produzido pela Terra. Pois o planeta Terra só é mais velho do que Vênus e Mercúrio.

Por isto que a lua possui tantas irregularidades na sua órbita e rotação no espaço.

Com diâmetro de 3.470 quilômetros, desenvolve só uma translação de 1.03 quilometro por segundo, e uma rotação de 708 horas, ou 29,6 dias terrestre.

CÁLCULO PARA TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO.

Diâmetro do júpiter em relação à terra 12 vezes, dividido pelo diâmetro da terra, 11 / 1 = 11 vezes a translação de Io, que é mais rápido do que a lua, se comparado que se encontra aproximadamente na mesma distancia e aproximadamente com o mesmo diâmetro.

O mesmo se compara entre a rotação dos dois satélites.

Estes números não são exatos, mas se for necessário a fórmula pode ser aproximada.

Comparado com o satélite de Júpiter o Io, ele possui aproximadamente a mesma distancia do primário, e aproximadamente o mesmo diâmetro, confirma-se que Io produz uma translação 16.8 vezes maior do que a Lua. Com isto se confirma que Júpiter produziu Io com muito mais energia do que a Terra produziu a Lua. E Io – satélite de júpiter possui muito mais energia se processando, com maior temperatura, sismos, magnetismo e atividade tectônica.

Com a rotação o mesmo se repete, Io produz a velocidade de rotação 16.8 vezes mais rápido do que a Lua.

Por incrível que pareça a diferença entre rotação e translação é mínima.

A excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 de graus, e uma inclinação de 5.0 a 5.08 graus na eclíptica. A eclíptica é o plano em relação ao sol.

Io desenvolve inclinação orbital de 3 graus e excentricidade praticamente nula, confirmando assim que a irregularidade da Lua é fruto da sua condição de produção de energia, que o primário lhe concedeu na sua formação.
Esta comparação com Io é importante por que os dados da Lua, as suas irregularidades são fruto da produção de energia que o formou e que ele processa.


PARA SER PROVADO COM A TEORIA PROPOSTA.

Vai ser provado por esta teoria que a Lua e seus fenômenos irregulares - grande enigma da astronomia, que estas irregularidades são produzidas pela condição de produção de energia em que se encontra, e como todo astro com pouco tempo de existência e jovem é muito irregular em seus fenômenos.
É o que veremos adiante.


ÓRBITAS FLUXONÁRIAS.

EVECÇÃO E O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA IRREGULAR.

A radiação solar produz a evecção da órbita da lua.

O que produz o fenômeno de evecção é a variação de radiação e energia do astro, e a lua por estar mais próxima do Sol, sofre mais a ação da temperatura e radiação solar, por isto que a sua elipse possui uma maior variação do que outros satélites.

Como também a sua inclinação é maior variação.

O seu afastamento, rotação e translação também possuem grande variação.

FLUXO E EVECÇÃO.

O fluxo de variação que é a evecção na excentricidade varia de 0.0432 a 0.0667 graus quando a elipse se encontra esticada, ou seja, até cinqüenta por cento a mais da excentricidade da elipse quando esticada.

SOBRE A EVECÇÃO - QUANDO A TERRA SE APROXIMA DO SOL.

A evecção da lua sempre é maior quando a Terra se aproxima do sol, com isto se confirma que as desigualdades anuais da evecção são maiores quando a Terra se aproxima do Sol. Pois não é que a elipse aumenta, mas sim que durante este período de aproximação a evecção é maior. Ou seja, a radiação térmica solar acelera a energia da lua e o fluxo também aumenta.
Este fluxo também acontece com a terra, porém é mínima a variação.



SOBRE VARIAÇÃO DE DISTANCIAMENTO DE SATÉLITES AOS SEUS PLANETAS.

Os satélites não desenvolvem exatamente a mesma posição voltada ao centro, como o planeta como referência, ou seja, há satélites que mesmo dentro da elipse desenvolve órbita com um lado mais próximo do centro e outro mais distante. Ou seja, a maioria dos primários não se encontra no centro exato em relação à órbita de seus secundários.
Com isto se conclui que a energia desenvolve o próprio movimento.

Mesmo com a excentricidade e a Inclinação Plutão E Netuno produzem a sua órbita mantendo sempre um afastamento para um dos lados da elipse. Isto se confirma também nos satélites Nereida, Caronte e Febe com os seus respectivos planetas. O cometa de Halley e o asteróide Quíron também produzem este afastamento para um dos lados em relação ao Sol.
Este distanciamento de um dos lados é maior nos astros mais afastados do sol e de seus primários. Ou seja, a irregularidade aumenta com o distanciamento, tamanho, produção de energia e tempo de vida.

CONDIÇÕES PARA A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO.

1-A evecção é maior quando a Terra se encontra próxima do sol, no periélio.
2-a lua desenvolve elipse imperfeita, quando a lua se aproxima do Sol, na lua nova, ela é acelerada pela radiação térmica solar, fazendo com que esta se aproxime de um formato de um ovo de galinha, sempre com uma das partes mais pontuda, que a parte menos pontuda é a mais próxima do sol. Ou seja, uma mesma órbita pode começar com 0.432 graus de arco e na outra ponta terminar com 0.0667 graus. ISTO RESPONDE AS QUATRO COMPLICAÇÕES DA ÓRBITA DA LUA.

O PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA, A ELIPSE COM UMA DAS EXTREMIDADES MAIS PONTUDAS.

Por que quando a lua nova sempre está mais próxima do sol, com isto ela recebe energia térmica solar, acelerando e aumentando os seus processos e produção de energia.

E quando ela sai da nova e se afasta e começa a ser a crescente, mesmo com sua energia aumentada a gravitação do sol a atrai e a puxa para o centro, retardando o seu movimento. E como a quantidade de energia determina a circularidade da órbita e dinâmica do astro no espaço, com o acréscimo de energia na passagem da lua nova para a crescente faz com que a lua fecha a sua órbita, pois a produção e processos de energia tiveram um acréscimo.

Por isto que após a passagem próxima do sol a lua sai com a órbita fechada, que vai abrindo passando pela cheia e no quarto minguante já se encontra bem aberta, e entra aberta com 39,5 graus de arco de deslocamento em longitude. Por isto temos na evecção o principio do ovo. E isto acontece principalmente com a lua por ser o satélite mais próximo do Sol.

Assim, não é o Sol que ora estica a elipse, e ora a comprime, mas sim, a condição natural de energia da lua na produção de sua órbita presente no quarto minguante. E a influencia da energia térmica do sol que faz com a órbita venha a ser comprimida, pois pelo princípio da circularidade a proporção de que a energia aumenta o circulo da órbita tende sempre mais a perfeição.
Assim, com a condição de energia da lua, com a temperatura do Sol faz com que a lua tenha grandes irregularidades na sua órbita e dinâmica.

DESACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO CRESCENTE.

O outro ponto é a variação da dinâmica, pois no quarto crescente a lua mesmo recebendo o acréscimo da dinâmica pela proximidade com a radiação térmica solar, quando ela entra no quarto crescente que vai sair da proximidade do sol, a lua passa a receber a influencia da gravitação solar, retardando e desacelerando a sua saída. Está desaceleração não é uniforme, é uma desaceleração que vai perdendo intensidade. Logo é uma desaceleração crescente.

ACELERAÇÃO CRESCENTE NO QUARTO MINGUANTE.
E quando chega à lua cheia ela já se encontra com a sua própria dinâmica, ao passar para o quarto minguante ela passa a ser acelerada, pois a gravitação solar neste ponto passa a agir, fazendo com que a lua aumente a sua dinâmica em direção ao sol. Esta aceleração é crescente.

VARIAÇÃO DA EVECÇÃO E DA DINÂMICA.
1- Assim, temos uma desaceleração crescente no quarto crescente.
2-Uma aceleração própria na lua nova e cheia.
3-E uma aceleração crescente em direção ao sol no quarto minguante.


4- A ELIPSE DO OVO DE GALINHA TAMBÉM NÃO É UNIFORME,

Pois o lado que se inicia no quarto crescente é bem fechado, enquanto o lado que acaba e vai em direção ao sol no final do quarto minguante é mais aberto do que a lado que se inicia no crescente. Logo, mesmo sendo um oval mais pontudo numa das extremidades, um dos lados também é mais fechado do que o outro.


EM RELAÇÃO AO QUARTO CRESCENTE A DINÂMICA É RETARDADA.

Assim temos –

Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, subtraído da ação contrária da gravitação do sol, é igual à desaceleração da lua no quarto crescente.

EM RELAÇÃO AO QUARTO MINGUANTE A DINÂMICA É CRESCENTE E ACELERADA.

Assim, temos.

Velocidade natural da lua pela sua produção de energia, somado da ação favorável da gravitação do sol, é igual à aceleração da lua em direção ao sol no quarto minguante.

SOBRE A VARIAÇÃO DA EVECÇÃO, OU DO PRINCÍPIO DO OVO DE GALINHA DEFORMADO EM UMA DE SUAS EXTREMIDADES.

Deformação do ovo para dentro.

Assim temos.

No quarto crescente a energia natural da lua soma-se com a radiação térmica do sol fazendo com que a lua desenvolva a sua órbita para dentro. E o ovo de galinha com um achatamento para dentro.

Pois a lua começa a fechar a sua órbita ainda quando na fase de lua nova, pois é a fase mais próxima do sol, e se a circularidade é produzida pela energia, logo quanto mais energia, mais perfeita a circularidade.


Energia natural somado com a energia solar é igual à órbita da lua para dentro.

VARIAÇÃO DA INCLINAÇÃO EQUATORIAL DA LUA.

A lua possui uma variação de nove minutos de arco para mais ou para menos, nos seus cinco graus e nove minutos de inclinação orbital média, esta variação ocorre no período de 173,3 dias. Sendo máxima de nove segundos para mais quando a linha que passa pelos nodos, passa também pelo sol. Ou seja, nada tem haver com ação de gravitação, pois se houvesse deveria acontecer no período do periélio da terra, quando a terra se encontra mais próxima do sol, que é durante a lua nova. Pois o que acontece que a inclinação fica pra dentro durante os períodos dos nodos em nove minutos. Porem isto é um processo constante de dinâmica que já faz parte da natureza da dinâmica irregular da lua, produzida pela sua condição de produção pequena de energia.

Esta variação de nove minutos teve uma origem que começou com o inicio da órbita da lua, que conforme a lua se distancia da terra, ela alarga a sua inclinação, diminuindo esta variação com o passar dos tempos e diminuição a produção de energia. Mais as frentes verão que os astros passam por três fases.

Isto acontece nos nodos de eclipse, ou seja, no plano de órbita da lua em relação à eclíptica, pois a lua se formou da terra, e passou a desenvolver a sua órbita a partir do alinhamento da terra com o sol, porém como todo astro, ele se afasta, perde energia e dinâmica, e passa a aumentar a sua inclinação e excentricidade.

Nisto há uma variação de nove minutos de arco para dentro durante os nodos, que ocorre a cada 173,3 dias. Ou seja, foge completamente qualquer relação com a dependência da gravitação, pois se confirma aí que o que determina esta irregularidade é a condição da origem do astro e a produção de energia.

Também há um fluxo na excentricidade, no afastamento e na inclinação de rotação.
Se fosse proveniente da gravitação isto ocorreria durante todo periélio da terra, quando a terra se encontrasse mais próxima do sol, ou mesmo durante a lua nova.

Logo, este fenômeno se deve a condição da origem da lua, pois ela tem seis de cada fase de luas que vai se envergando até chegar à época do nodo, ou seja, meio ano de eclipse, que é 173.3 dias, e não é ano de 365 dias como o nosso.

Logo, isto é todo um processo que se desenvolve durante todo o tempo, para naquela época de nodo de eclipse isto venha ocorrer no seu máximo. Ou seja, ele vai se envergando lentamente durante 173,3 dias, ou seja, este envergamento está ocorrendo em cada segundo que durante a fase de eclipse esteja na posição máxima para dentro.

FÓRMULA PARA SE CALCULAR A VARIAÇÃO DIÁRIA DA INCLINAÇÃO.
9/2 =4.5
4.5 / 86,65 = 0.05193 minutos de arco crescente, iniciando no nodo de eclipse.

E 0, 05193 minutos de arco decrescente, prosseguindo e fechando o arco até o nodo de eclipse e formar toda variação, e volta a refazer a variação.
É o tempo que o sol leva para passar de um nodo a outro, ou seja, meio ano de eclipse, que é o período de 173,3 dias.

A média é 5,9 graus de inclinação orbital.

Depois lentamente volta a se abrir.

Esta diferença pode se calcular com 4.5 minutos crescentes iniciando no nodo de eclipse que chega até a metade de 173,3 dias, ou seja, em cada dia há uma fração crescente dos 4.5 minutos até 86,65 dias, depois começa a decrescer em cada dia dividido em fração dos 4.5 minutos de arco.

Porém, este fluxo esta diminuindo com os milhões de anos.
A terra e todos os astros produzem este fluxo de irregularidades.

DEFORMAÇÃO DO OVO PARA FORA.

No quarto minguante a lua prossegue algum tempo, da cheia até a minguante longe do sol e um bom tempo sem receber com mais intensidade a radiação térmica solar, assim com menos energia a lua abre a sua órbita, deformando-a para fora, e o ovo de galinha com uma protuberância para fora.

Energia natural, sem acréscimo de energia solar é igual à órbita para fora.

SOBRE O AFASTAMENTO DA LUA E DA TERRA, E DE TODOS OS OUTROS ASTROS.

A lua possui um afastamento da terra de quatro centímetros por ano, e isto já foi comprovado por observações em eclipses anteriores. Isto parece pouco, mas se tratando de milhares de anos vemos que a lua se afasta da terra proporcional a sua produção de energia, e não se atrai pela gravitação.

A IDADE DA LUA E DO UNIVERSO.
Há de confirmar também que a lua é bem mais velha do que se pensa, se levar em consideração o tempo de afastamento relativo a quatro segundos por ano, e o tempo de esferificação, logo, a idade da lua, da terra e do universo deve ser bem mais velha.

O afastamento, o fluxo de órbita e o princípio do ovo de galinha que é a evecção todos os outros astros também produzem, só que em escala menores, pois estão muito longe do sol.

EXCRESCÊNCIAS DE POSIÇÃO DA TERRA EM RELAÇÃO À LUA, E INSTABILIDADE DE ÓRBITA DA LUA EM RELAÇÃO A TERRA.

Por que um lado da terra está mais próximo da lua do que o outro lado, pois a lua como será visto adiante se originou da terra e se afasta, e como já foi visto a origem do astro se inicia na fase de gases e atmosfera até filamentos, esferificando e formando o astro secundário. Assim por ser a terra e manter sempre um lado próximo do equador mais próximo da lua se deve a sua formação e fase inicial. Como já foi exposto pela teoria da energeticidade e radiação de que todo astro muito jovem tende as irregularidades, e está irregularidade não só da terra, mas sim do seu secundário, que se formou e no inicio da sua translação se posicionou de lado do primário.

Esta excrescência não se deve as chamadas marés da terra, mas sim a própria lua que se posicionou de lado do planeta terra, seu primário, durante o seu processo de formação, que começou da radiação, atmosfera, filamentos de atmosfera até anéis, depois rolos de camadas de atmosfera, até a fase de esfera.

RECESSÃO DE ROTAÇÃO DA TERRA PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.

Como já foi visto e calculado que a rotação se deve à produção de energia do próprio astro, confirma-se que o planeta terra está desacelerando a sua rotação em dezesseis segundos em cada milhão de anos. Pois este fenômeno e variação se devem ao consumo de energia da produção da mesma, e não a marés e efeito Terra-lua, e muito menos se deve ao efeito da gravitação.

ACELERAÇÃO SECULAR DA LUA.

A aceleração secular da lua é na verdade o afastamento progressivo da lua em relação à terra que já foi comprovado pela experiência, que a lua se afasta da terra numa velocidade de ordem de quatro centímetros por ano, ou numa aceleração secular de 10,3 segundos de arco por século. Este afastamento é infinito, isto se comprova nos satélites dos planetas mais distantes. Logo, não tem nada haver com marés da lua atuando sobre a terra, ou com a gravitação, pois se a mesma atrai não estaria afastando.

Parece pouco, mas é este mínimo afastamento que mantém a ordem e as órbitas dos astros numa progressão de distancia e dinâmica, excentricidade e inclinação no espaço. Isto fundamenta a teoria da energeticidade e radiação.

POR QUE A LUA MANTÉM SEMPRE UMA FACE VOLTADA PARA A TERRA E UMA OUTRA FACE OCULTA.

Isto se deve a origem da lua que se formou pela terra, dos filamentos de atmosfera terrestre que a lua se formou, e com pouca densidade por ser a terra um astro com pouca energia, pois a terra já se formou do sol numa fase de envelhecimento. Assim a terra formou a lua lentamente com bordos de filamentos de atmosfera que se esferificaram produzindo a lua. Por isto a lua possui pouca densidade e pouca radiação, ou seja, é como se a lua fosse ainda atmosfera da terra, com sempre um dos bordos voltados para a terra.

Com o passar dos milhões de anos a lua produzirá uma rotação mais forte, fazendo com que as faces da lua sejam todas duas observadas.

Logo, este fenômeno se deve a esta origem e produção de pouca energia, pois mesmo a lua sendo novo, o seu primário que é a terra se formou do sol quando o mesmo se encontra numa produção energética de mediana para final.


MASCON.
Logo, e fenômeno da face virada não se deve a mascon de densidade de material radiativo inventado para explicar este fenômeno. De que a lua por ter sempre uma face virada para a terra, esta face deveria conter mais densidade e radiatividade do que a outro lado. Fazendo com que este lado pendesse para a terra, que segundo esta maior densidade faria com que o centro de massa da lua fosse mais próximo deste lado virado para a terra, fazendo com que a mesma sempre se mantivesse com o mesmo lado virado para a terra.

JÁ A TEORIA DE ASTRONOMIA DA ENERGETICIDADE E RADIAÇÃO.

Explica que isto é uma conseqüência da lua de ser jovem, e seria como se um dos bordos dos filamentos de atmosfera ainda estivesse mais próximo da terra.

Mercúrio e Vênus também passam boa parte do seu tempo com a face virada para o sol, pois desenvolvem pouca rotação. Por causa das mesmas condições de origem deles e produção de energia.

Confirma-se que os anéis de saturno e Urano também possuem bordos mais próximos e outros mais distantes, como já foram visto pela teoria aqui defendida de que a radiação forma a atmosfera, a atmosfera se filamenta, dos filamentos se divide em bordos, dos bordos em anéis, e dos anéis em rolos que se esferifica, produzindo o secundário.


MARÉS, RECESSÃO, EVECÇÃO E FLUXOS.

A noção de maré proveniente da ação da lua sobre a rotação da terra, inventada pela astronomia para explicar o retardamento da rotação terrestre, não é necessária, pois o retardamento da rotação terrestre se deve a diminuição da produção de energia do próprio astro. E se confirma que a própria lua possui este retardamento durante os séculos, e todos os outros astros.

Este retardamento da rotação também se confirma na translação e no afastamento do primário desenvolvido pelo secundário. Confirma-se com clareza nos períodos de Halley que há este retardamento e também um fluxo de tempo de órbita.

Com a lua se confirma através dos eclipses até hoje registrados.

É bom registrar que com a teoria da gravitação não é possível fundamentar e registrar o fenômeno de recessão da dinâmica, variação da órbita, afastamento progressivo, os fluxos e evecção.


PARADÓXIDO DO ALBEDO DA LUA CHEIA.

O albedo é a luz refletida pelo astro.

A lua cheia reflete onze vezes mais do que a minguante e a crescente, quando deveria ser mais brilhante duas vezes.

A explicação está no posicionamento da luz e de onde se encontra quem está observando. Na cheia a luz vai direta e reflete de volta a quem esta observando, e quem a observar consegue enxergar o brilho em todas as partes e fendas em que a luz bate e retorna. E o outro ponto é que a luz tem uma direção de volta direta a quem observa, e não diagonal ou perpendicular. Ou seja, direta na cheia e diagonal ou perpendicular na minguante e crescente.

Assim, temos dois pontos. Um que na cheia o observador consegue receber pela sua observação quase toda totalidade de brilho da luz.

O segundo é que na diagonal a luz refletida que sai em linha reta torna-se mais fraca para quem se encontra na diagonal.

Através da variação do brilho da luz é possível calcular a posição dos planetas, satélites e asteróides em relação ao sol e a terra.

Por isto que planetas em certas épocas se apresentam com mais luminosidade e em outras com menos.

Os planetas e cometas também ficam com fases de cheia, minguante, crescente e nova em relação à luz recebida pelo sol e observada pela terra.

E esta quantidade de variação de albedo observado na lua também nos confirma outros astros.


FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIRETA. LUA CHEIA.

Luz recebida + refletância direta – relevo perpendicular.

FÓRMULA PARA REFLETÂNCIA DIAGONAL. MINGUANTE OU CRESCENTE.

Luz recebida – refletância diagonal e perpendicular – relevo perpendicular e depressões.

Observação. Pode ser de um para onze e diferença, levando em conta em cada momento de qual fase se encontra a lua, porém, esta diferença é dividida em cada momento em que passa as fases da lua.


VARIAÇÃO CRESCENTE E PROGRESSIVA A DISTANCIA.

E para os outros astros, deve-se levar em conta que a variação do brilho aumenta conforme o astro recebe a luz. Logo, a variação é progressiva e crescente ao posicionamento em relação terra-sol, sendo assim, não é uniforme. Quanto mais distante em relação á diagonal o brilho diminui progressivamente esta distancia e a luz recebida para refletir.

ATMOSFERA LUNAR.

A atmosfera lunar é mínima, a pressão é milhões de vezes menores do que a terra, e isto confirmam o estado energético da lua, densidade mínima em comparação a terra.

A atmosfera dos astros depende da intensidade e tempo de produção de energia e radiação do próprio astro.

SOBRE A FORMA IRREGULAR DE ALGUNS ASTROS.

Os dois satélites de Marte possuem formas bem achatadas, e há um asteróide cujas variações de brilho só se explicam se o comprimento for algumas vezes mais do que a largura. Isto explica que astros menores tiveram menos tempo para formação pelo primário e saíram antes da esferificação total que passa um astro grande. Também se confirma em outros asteróides formas irregulares se aproximando da redonda.


AURORA BOREAL E O QUARTO MOVIMENTO.


Sobre a luminosidade, translação e movimento transversal da aurora boreal nos pólos da terra.

Já foi confirmada pela observação que a luminosidade se deve a luz do sol que bate nas camadas dos gases que o planeta produz pela sua radiação.

Estes gases se movimentam translacionalmente ao redor da Terra, conforme a radiação age sobre eles.
Formam-se rolos da atmosfera, que se movimenta rotacionalmente.


OS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA GRACELIANA E SUA CORRELAÇÃO.

Além da translação o astro se movimenta num vai-e-vem transversal frenético de um lado para outro, este movimento pode ser chamado de movimento transversal. Ou seja, além do da atmosfera se movimentar translacionalmente e se afastar, e se propagar em formas de bola como uma revoada de poeira formando um só bloco circular que é uma forma de rotação, os anéis se movimentam de um lado para outro freneticamente conforme a energia e radiação que eles estão adquirindo e processando. Este movimento transversal e frenético e aleatório vai fazer com que o astro desenvolva a sua inclinação. Por isto que a lua possui uma grande irregularidade na sua inclinação, e por que a inclinação de Mercúrio e Mimas satélite de saturno é grande, depois se estabiliza, e volta a aumentar progressivamente conforme a energia do astro vai diminuindo.

TEMOS AÍ OS TRÊS PONTOS FUNDAMENTAIS DA ASTRONOMIA GRACELIANA E SUA CORRELAÇÃO.

O fenômeno da origem dos astros.
Os quatro movimentos.
O porquê as irregularidades começam grandes, depois se estabilizam, diminuem, e depois voltam a crescer progressivamente conforme a energia do astro vai sendo processada e gasta.


TEMOS AÍ TRÊS FENÔMENOS FUNDAMENTAIS.

Um de que esta aurora se direcionará em direção ao equador, onde se formará filamento e anel, onde surgirá um novo planeta, irmão da lua.

Outro ponto tem aí que mesmo antes de ser astro, ele na sua forma primordial já produz a sua translação.

OUTRO PONTO É O QUARTO MOVIMENTO.
O MOVIMENTO TRANSVERSAL.

Pois temos, o rotacional, o translacional, o de afastamento, e o transversal presente nas radiações, atmosferas, filamentos e anéis, o transversal dará origem a inclinação. É observado que filamentos da atmosfera de Júpiter desenvolvem movimentos ora inclinado para um lado, ora para outro, este é o quarto movimento – o transversal, e que dará origem a inclinação do astro em relação ao primário.


SISMOS LUNARES.

Os sismos lunares são distribuídos em vários pontos da lua, levando a crer que a lua foi produzida por varias estruturas que foram se aglutinando até formar a lua. Isto é uma das causas que faz com a lua desenvolva uma dinâmica sempre com um lado escondido.

MAGNETISMO LUNAR.

A lua hoje não retrata que tem um magnetismo, porém, material a base de ferro retirado da lua e trabalhado em laboratório detectou que a lua já teve um magnetismo comparado ao da terra no presente, que diminuiu de 1,2 Oersteds a 0,05 Oersteds antes de desaparecer por completo.

Isto confirma dois pontos principais defendidos pela teoria da energeticidade e radiação.

1-Os satélites que se originam dos planetas.
2-A esferificação lenta e gradual até formar o astro. Provado pelos sismos em pontos.
3-E a desintegração do astro e a sua produção e perca de energia.
Magnetismo primitivo da lua, e hoje inexistente.

4-A desintegração progressiva da energia, e que a dinâmica do astro diminui conforme a sua energia vai sendo processada e desintegrada.


PROXIMIDADE ENTRE ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO PARA PLANETAS DISTANTES.

Há uma aproximação e equivalência entre rotação e translação para astros distantes de seus primários, isto se confirma após júpiter, pois de júpiter a plutão a diferença entre a translação não passa de oito segundos considerando quilometro por segundo, e a rotação entre júpiter e netuno fica entre dez horas, considerando quilometro por hora.

Com o diâmetro se calcula a rotação, com a rotação e o diâmetro se encontra a velocidade equatorial, e com a velocidade equatorial se encontra a órbita dos secundários.


FASES DOS ASTROS.

A DINÂMICA E ÓRBITA DOS ASTROS PODEM SER DIVIDIDAS EM TRÊS FASES.

A FASE INICIAL – quando o astro se encontra na fase de anéis, se esferifica e começa a se distanciar do primário. Esta fase mais de noventa por cento da dinâmica e órbita se deve a ação da radiação do primário, e dez por cento se deve á própria energia do astro ou aglomerado de gases se for à fase de formação do astro. Na fase inicial a irregularidade da órbita e dinâmica é pequena, porém é maior do que na fase mediana, pois o astro ainda se encontra em parte sob a ação da radiação do primário. A diferença entre rotação e translação é imensa. Na fase inicial pode-se considerar Mercúrio e Vênus.

A FASE MEDIANA – é quando o astro se encontra fora da ação da radiação do primário, desenvolve a sua dinâmica e órbita pela sua produção de energia e radiação. Esta fase é a fase de estabilidade da órbita e rotação, com pouca irregularidade e a dinâmica da rotação e translação passam a se aproximar numa relação próxima para os seus valores. Na mediana pode-se considerar da Terra a Netuno.

A FASE FINAL – esta fase é quando o astro já processou grande parte de sua energia, a dinâmica diminui e as irregularidades da órbita e rotação aumentam, e os valores entre rotação e translação se aproximam. Nesta fase o astro que já passou pela fase mediana desenvolve a sua dinâmica conforme a energia que lhe resta para ser processada. Na final pode-se considerar Plutão.

As duas ultimas fases é a mais natural das fases, onde o astro está livre da ação da radiação do primário.

Em cada fase o astro se encontra com um potencial de processamento de energia, radiação, desintegração, atividade tectônica, temperatura, atmosfera, sismos, condução de eletricidade, e outros fenômenos.

Estas fases seguem uma progressão do primeiro ao ultimo, seguindo um potencial de processamento de energia e radiação.

Estas fases se confirmam também para os satélites, cometas e asteróides.

Na fase inicial o secundário se encontra ainda muito próximo do primário por isto sofre a ação da energia e radiação do primário, aí ele terá grande velocidade de translação, pois acompanhará a rotação do primário, desenvolverá pouca rotação, e terá algumas irregularidades na excentricidade e inclinações.

Na fase mediana e ao se afastar ele passa a imprimir a sua energia e radiação na produção de sua dinâmica e órbita, a translação diminui e a rotação aumenta proporcionalmente a energia e radiação do astro. E as inclinações e excentricidade da órbita diminuem, também conforme ao diâmetro, energia e radiação do astro.

Na fase final a energia diminui, pois já passou grande tempo processando-a, aí a rotação e translação diminuem progressivamente, e aumentando as irregularidades da excentricidade e inclinações. E é claro que depende da energia e diâmetro do astro.

Assim, a órbita dos astros não é regida por um só fenômeno ou uma só situação. Pois inicia na dependência do primário e ao se afastar vai assumir o comando da sua órbita e dinâmica no espaço.


Por isto que todos na fase inicial possuem pouca rotação e grande translação, que ao se afastar a rotação vai aumentar e a translação vai diminuir, porém quando a energia própria começar a faltar a rotação também vai decrescer progressivamente.


SITUAÇÕES DIVERSAS NA PRODUÇÃO DA DINÂMICA, AFASTAMENTO, EXCENTRICIDADE E INCLINAÇÕES.

Assim, há duas situações nas três fases, a situação que inicia e tem a maior ação da energia, radiação e rotação do primário, com pouca ação do secundário, que é a primeira fase.

A segunda situação quando o astro se afasta e passa a conduzir a sua própria órbita no espaço, sem a ação da energia, radiação e rotação do primário, nesta situação o astro já produz uma intensa rotação, enquanto a sua translação está decrescendo. Nesta situação temos principalmente a fase mediana, ou fase da estabilidade e da equivalência da dinâmica e da órbita.

A segunda situação também engloba a fase final, onde rotação e translação tendem a diminuir progressivamente e em conjunto, só que na fase final a dinâmica e afastamento decrescem e é pequena, enquanto as inclinações e excentricidade aumentam com o decréscimo de produção de energia do próprio astro.

A rotação sai praticamente do nada e chega ao seu pico conforme a sua produção de energia, e passa a diminuir progressivamente conforme decresce a produção de energia.


FENÔMENOS QUE AINDA NÃO FORAM OBSERVADOS E QUANTIFICADOS PELA ASTRONOMIA.

PRINCÍPIO DA LATERALIDADE.

A órbita dos astros sempre tem uma das extremidades da elipse mais afastada do que a outra em relação ao centro, onde se encontra o primário. Esta lateralidade é mínima e aumenta conforme o tamanho do grau da excentricidade da elipse. Astro com maior excentricidade terão maior lateralidade. Logo a com mais energia e maior serão a de menos lateralidade.

PRINCÍPIO DA PENDULARIDADE.

A inclinação de órbita também pende mais para um dos lados durante o percurso da órbita, e depende do tamanho da inclinação.


PRINCIPIO DA DESUNIFORMIDADE, IRREGULARIDADE E VARIAÇÃO DA ÓRBITA.

A excentricidade da elipse não é uniforme, sempre um dos lados e uma das extremidades será mais achatada e a outra ponta mais pontuda.

A desuniformidade também acontece com a inclinação da órbita, e da rotação.

VER PRINCÍPIO DO OVO DA GALINHA.



PRINCÍPIO DA ROTACIONALIDADE DA ELIPSE DA ÓRBITA.

Durante um período de mais de mil órbitas se confirma que a órbita se encontra em rotação, pois a elipse não é fixa, ela se move conforme o sentido de translação e rotação do astro no espaço. No prazo de mil órbitas este deslocamento se concretiza em aproximadamente a um quilometro.

Esta rotação se observa conforme a elipse, e é proporcional a intensidade da translação e rotação do astro. Ou seja, depende da energia em processo em que o astro se encontra.


PRINCÍPIO DA FLUXONALIDADE.

As irregularidades da órbita e rotação, e da rotacionalidade, lateralidade, pendularidade e desuniformidade da órbita não são constantes e desenvolvem um fluxo, onde produzem variações crescentes e decrescentes.

O afastamento, rotação e translação são fluxonários. Como também a elipse e inclinações.

O fluxo também é proporcional à instabilidade de órbita e pouca energia do astro.


SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL.

A causa principal do aquecimento global é a retirada do material fóssil, que absorve a radiação produzida pela fusão nuclear natural da terra.

Conseqüências:

Negativas.
Mudanças no clima, atividades tectônicas, terremotos e sismos, aumento no numero e intensidade de câncer, mudanças genéticas, desaparecimento de algumas espécies.

Positivas.

O planeta vinha esfriando por causa da diminuição de produção de energia produzida pela fusão nuclear natural e temperatura interna. Com isto ganha mais tempo de vida, e possibilitará que os seres vivem mais tempo sobre o astro.

Aparecimento de algumas espécies.
Reprodução de pássaros com mais intensidade.
ingles

FOURTH THEORY OF ASTRONOMY GRACELIANA. Author - Ancelmo Graceli Luiz.
Brazilian, professor, theoretical researcher, graduated philosophy.

THEORY OF ASTRONOMY Of the PROPORTIONALITY OF ORBITS For the ROTATION
And EQUATORIAL SPEED.

E IRREGULARITIES OF ORBITS And ROTATION For The ENERGY DISINTEGRATION.

OF THE ALMOST NOTHING EVERYTHING CAN APPEAR - EXCEPT GOD. THEREFORE He
is ONLY the ABSOLUTE One.

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The general difficulties of men's and women's fashion

Both women and men may have the difficulties of keeping their wardrobe up-to-date and in time, yet men's style usually seems a lot easier. Of program, for both sexes, outfits and style options can be quite as delicate, and there are several'modern'things that can rapidly become fashion faux pas - who are able to say they often see people travelling in 70s flares? On the other hand, men's fashion features a few staple items which will exist eternally - which man is planning to keep an eye out of position with a good-quality, tailored suit, for instance? Select traditional cuts, colors and fabrics and you'll never look out-of-place.

Why traditional men's fashion is timeless

The traditional man's suit has hardly changed for over a hundred years. True, there are several types for various events, however they are all popular in their quest for a smart, sharp try to find the person. The neat thing about common fashion for men is that it is effortlessly elegant effortlessly cool. A well-groomed gentleman can typically appear his sharpest in a well-tailored suit, and it is a testament to the design of such apparel. A suit will undoubtedly be used to work in many professions due to the professional search it affords to the wearer, instilling a feeling of respect and trust. Equally a match will undoubtedly be used to several social situations, such as a tuxedo to a black-tie affair. This amazing flexibility that allows suits to be utilized in almost all events is what gives it its eternal border and a permanent invest men's fashion.

Contemporary developments in classic men's style

Although basic men's designs can never be replaced, it is interesting to observe that changes in men's fashion trends have brought certain common garments back to fashion. The reputation of vintage clothing, particularly, has taken back a wide-variety of basic styles into men's closets, such as that of the dandy man. 'Dandy'is a term used to reference men who dress yourself in a classic yet elegant way, operating in a refined method and placing importance on appearance. This pattern for almost'over-the-top'common fashion for men is apparent from events such as the'Tweed Run', where men and girls of all ages dress yourself in particularly Victorian-style attire and take to the roads on vintage bikes - with most of the men wearing impeccable mustaches! This is only one of several types of proof exhibiting the resurgence of such variations. There are also numerous sites on line which concentrate on gentlemanly style - such as'The Dandy Project'and'Dandyism'- as well as complete websites such as'The Art of Manliness'focused on providing articles on common men's fashion and grooming.

In conclusion, although specific areas of classic men's style may be brought back as new trends, the fundamental outfits that they are derived from will never fall out of fashion.

"All it will take are a few basic clothes. And there's one secret - the simpler the better." - Cary Grant

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