quinta-feira, fevereiro 24, 2005

O autor de BEN-HUR descobriu

Lew Wallace, que veio a escrever o famoso livro( mais tarde transformado em filme) BEN-HUR, era um ateu declarado. Não perdia qualquer oportunidade para tentar ridicularizar o cristianismo.
Um dia, tendo pedido a demissão de governador do Arisona e quando viajava para o oeste dos E.U.A. em companhia do seu amigo Robert G. Ingersoll, inspirados por uns campanários que avistaram, envolveram-se numa conversa sobre "as estúpidas crendices do cristianismo" . O seu amigo lançou-lhe, então, o seguinte répto: "Sendo tu um erudito e pensador, porque não fazes uma compilação de provas contra o cristianismo e as dás a conhecer ao mundo?"
Wallace aceitou o desafio e colocou-se em campo. Correu mundo vasculhando bibliotecas. Sabia que para derrotar o cristianismo teria que cortar o mal pela raiz; atacar a questão da ressurreição de Cristo.
Recolheu muito material e à medida que ia escrevendo, quando estava no 4º capítulo do livro, apoderou-se dele a convicção de que Jesus era tão real como Sócrates, Platão, Júlio Cézar e outras grandes personalidades da história. E ele achava que seria fácil colocar dúvidas sobre a sua existência... De imediato se apoderou dele a convicção de que Jesus não apenas era uma personalidade real como dificilmente poderia ter sido um embusteiro. A ressurreição de Jesus, por exemplo, tinha de ter acontecido. Senão, explicaria ele mais tarde, como explicar a igreja cristã, apesar de todas as perseguições religiosas e políticas? Sem a verdade da ressurreição, afirmou, a igreja teria tido um fim, logo nos primeiros anos, após a morte de Cristo.
Resultado. O livro que deveria ser escrito contra o cristianismo, foi escrito a favor.